Operação para salvar Sete Brasil custará US$ 1,2 bi

Plano será apresentado a credores e acionistas e prevê uma empresa mais enxuta e com novas atribuições, como a operação de sondas de exploração de petróleo; e companhia é a principal fornecedora da Petrobras na exploração do pré-sal e tem uma dívida de R$ 12 bilhões com bancos nacionais e estrangeiros; a Sete já teria conseguido convencer a Caixa e o Banco do Brasil a financiarem nove sondas, como repassadores de recursos do BNDES

Plano será apresentado a credores e acionistas e prevê uma empresa mais enxuta e com novas atribuições, como a operação de sondas de exploração de petróleo; e companhia é a principal fornecedora da Petrobras na exploração do pré-sal e tem uma dívida de R$ 12 bilhões com bancos nacionais e estrangeiros; a Sete já teria conseguido convencer a Caixa e o Banco do Brasil a financiarem nove sondas, como repassadores de recursos do BNDES
Plano será apresentado a credores e acionistas e prevê uma empresa mais enxuta e com novas atribuições, como a operação de sondas de exploração de petróleo; e companhia é a principal fornecedora da Petrobras na exploração do pré-sal e tem uma dívida de R$ 12 bilhões com bancos nacionais e estrangeiros; a Sete já teria conseguido convencer a Caixa e o Banco do Brasil a financiarem nove sondas, como repassadores de recursos do BNDES (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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247 - A empresa Sete Brasil, principal fornecedora da Petrobras na exploração do pré-sal, encaminhou a seus credores proposta de mudança completa no perfil da companhia. O plano custará R$ 1,2 bilhão aos sócios da companhia, que hoje deve R$ 12 bilhões R$ 12 bilhões com bancos nacionais e estrangeiros. Se o plano for aprovado pelos credores, a Sete Brasil ficará mais leve e passará a operar sondas de exploração de petróleo, uma nova função, com a constituição de uma nova empresa ara a tarefa.

Ao se tornar também operadora, e não apenas fornecedora dos equipamentos das empresas que trabalham com as sondas, a Sete acredita que conseguirá ter uma taxa de retorno maior, porque também há a possibilidade de que os contratos de aluguel sejam estendidos para 25 anos, em vez dos atuais 15 anos. A taxa de retorno poderia ficar entre 20% e 25% ao ano.

Com esse projeto, a Sete já teria conseguido convencer a Caixa e o Banco do Brasil a financiarem nove sondas, como repassadores de recursos do BNDES.

Além dos credores, acionistas também terão de aprovar o plano.

O BTG Pactual, um dos 12 sócios, lançou R$ 280 milhões para provisões com perdas relacionadas ao investimento na Sete. Foi o primeiro a dar esse passo. O FI-FGTS já está fazendo seus cálculos e outros devem seguir o mesmo caminho, enquanto a empresa não fecha seu plano de reestruturação.

No final de março os credores deram um prazo de três meses para que a Sete apresentasse um plano de pagamento de sua dívida. Caso contrário, executariam o débito de R$ 12 bilhões, vencidos há mais de três meses.

A Sete tomou recursos com essas instituições porque o BNDES tinha prometido liberar US$ 9 bilhões quando ela foi criada, em 2010. Mas com o eclosão da Operação Lava Jato e as dúvidas do mercado sobre a viabilidade financeira da empresa, o banco estatal agora só aceita liberar por meio dos bancos credores, que assumiriam o risco da operação.

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