Outro sonho do PT: Jaques Wagner na Petrobras

Partido avalia que a prioridade é retomar, com urgência, a imagem e a credibilidade da Petrobras, maior empresa do País e que concentra o maior plano de investimentos do setor de petróleo em todo o mundo; "é preciso alguém com força política"; hoje, grandes fornecedores, também atingidos pela Operação Lava Jato, se queixam do cenário de paralisia na estatal, citada em escândalos; "é preciso fazer a máquina voltar a girar, num ambiente novo", afirma um líder do PT

Partido avalia que a prioridade é retomar, com urgência, a imagem e a credibilidade da Petrobras, maior empresa do País e que concentra o maior plano de investimentos do setor de petróleo em todo o mundo; "é preciso alguém com força política"; hoje, grandes fornecedores, também atingidos pela Operação Lava Jato, se queixam do cenário de paralisia na estatal, citada em escândalos; "é preciso fazer a máquina voltar a girar, num ambiente novo", afirma um líder do PT
Partido avalia que a prioridade é retomar, com urgência, a imagem e a credibilidade da Petrobras, maior empresa do País e que concentra o maior plano de investimentos do setor de petróleo em todo o mundo; "é preciso alguém com força política"; hoje, grandes fornecedores, também atingidos pela Operação Lava Jato, se queixam do cenário de paralisia na estatal, citada em escândalos; "é preciso fazer a máquina voltar a girar, num ambiente novo", afirma um líder do PT (Foto: Leonardo Attuch)
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247 - Apontado como um vencedor incontestável das eleições de 2014, o governador Jaques Wagner, que elegeu Rui Costa, na Bahia, como seu sucessor, e transferiu mais de 70% dos votos à presidente Dilma Rousseff, tem sido sugerido para diversas missões: chefe da Casa Civil, articulador político e até mesmo ministro da Fazenda.

Agora, no entanto, surgiu uma nova corrente, que prega uma função corporativa para o político baiano: presidente da Petrobras, maior empresa brasileira, que concentra investimentos de mias de R$ 240 bilhões para os próximos anos.

A visão, no PT, é que Dilma deveria buscar um nome com autoridade política para virar a página na estatal, depois da Operação Lava Jato, que já atingiu um diretor, Paulo Roberto Costa, e ameaça outro, Renato Duque, com escândalos de corrupção.

Wagner seria um nome, segundo a direção do PT, capacitado para não apenas recuperar a imagem da empresa, como também devolver a normalidade à companhia. Paralisada por denúncias e CPIs, a empresa travou pagamentos e diversos fornecedores hoje enfrentam dificuldades econômicas.

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Ainda que a produção do pré-sal tenha crescido, e já seja de 500 mil barris/dia, há um clamor, no meio empresarial, por uma nova gestão. A dificuldade para Dilma seria acomodar sua amiga Graça Foster, que preside a companhia. Graça, de certa forma, tem o mérito de ter feito a limpeza na companhia – afastando diretores como Paulo Roberto Costa. E caso venha a ser substituída por Wagner, mereceria um lugar de destaque no próximo governo.

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