Para conter alta nos preços, Bolsonaro defende ICMS nas refinarias e venda direta de etanol

Jair Bolsonaro defendeu a cobrança do ICMS nas refinarias e a possibilidade de usineiros entregarem o etanol diretamente nos postos como ideias para a redução do preço dos combustíveis. "Acho que a grande solução, olha a dificuldade, passa pelos governadores: cobrar ICMS do preço do combustível na refinaria”, disse

Bomba de combustíveis em posto da Petrobras no Rio de Janeiro
Bomba de combustíveis em posto da Petrobras no Rio de Janeiro (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)
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Reuters - O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta terça-feira a cobrança do ICMS nas refinarias e a possibilidade de usineiros entregarem o etanol diretamente nos postos de gasolina, sem intermédio de distribuidores, como ideias para a redução do preço dos combustíveis.

No entanto, Bolsonaro admitiu que as duas propostas esbarram em resistências e teriam de ser submetidas ao crivo do Congresso Nacional.

“Acho que a grande solução, olha a dificuldade, passa pelos governadores: cobrar ICMS do preço do combustível na refinaria”, disse o presidente a jornalistas ao deixar o Palácio do Alvorada na manhã desta terça, reconhecendo a dificuldade de compensar os Estados, já em situação econômica complicada, caso a medida fosse adotada.

Bolsonaro citou também projeto em tramitação na Câmara que prevê autorização para a venda direta de etanol aos postos de combustível.

“Isso reduziria em no mínimo 20 centavos o custo do álcool, que vai reduzir também a gasolina, porque tem a mistura do álcool na gasolina”, explicou.

O presidente participou, na segunda-feira, de reunião no Ministério de Minas e Energia sobre a questão dos combustíveis, mediante temores de impacto no preço em decorrência do aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã.

Reportagem de Maria Carolina Marcello

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