Para Levy, crise pode impulsionar reformas

Para o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a forma de a presidente Dilma Rousseff enfrentar o processo de impeachment é deixando claro quais são as "suas prioridades econômicas, até onde quer ir nas reformas e como pretende engajar a sociedade, o mundo de negócios e o parlamento nessas reformas"; "Tão importante quanto o ajuste são as reformas para dar fôlego e horizonte à economia", acrescentou

Presidenta Dilma Rousseff e os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Joaquim Levy (Fazenda), recebem o presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Junio, e dirigentes das empresas associadas (José Cruz/Agência Brasil)
Presidenta Dilma Rousseff e os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Joaquim Levy (Fazenda), recebem o presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Junio, e dirigentes das empresas associadas (José Cruz/Agência Brasil) (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a crise política pode impulsionar as reformas. Segundo ele, a forma de a presidente Dilma Rousseff enfrentar o processo de impeachment é deixando claro quais são as "suas prioridades econômicas, até onde quer ir nas reformas e como pretende engajar a sociedade, o mundo de negócios e o parlamento nessas reformas".

Em entrevista ao Valor, ele insistiu na necessidade de se instituir a idade mínima para aposentadoria e a revisão das regras para o setor de óleo e gás, para se adaptar aos preços internacionais do petróleo.

"Tão importante quanto o ajuste são as reformas para dar fôlego e horizonte à economia", acrescentou. "Prometer dinheiro para governadores, abandonar a meta fiscal, é repetir o que se faz desde 2011", disse. "Venho sublinhando há vários meses que a saída é criar um novo ambiente, compatível com as necessidades e expectativas do país. Não é redobrar a dose de cortisona" (leia mais).

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