Para Meirelles, Macri fez da Argentina um farol

"É na Argentina onde acontecem os eventos mais significativos para a América Latina nesta virada de ano, com potencial de impactar a região por muito tempo", diz o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, citando o fim das restrições às exportações e a revisão da Lei de Meios; "Os países latino-americanos devem acompanhar os desdobramentos argentinos com interesse e isenção, pois eles podem nos trazer muitas lições neste ano e nos próximos"

"É na Argentina onde acontecem os eventos mais significativos para a América Latina nesta virada de ano, com potencial de impactar a região por muito tempo", diz o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, citando o fim das restrições às exportações e a revisão da Lei de Meios; "Os países latino-americanos devem acompanhar os desdobramentos argentinos com interesse e isenção, pois eles podem nos trazer muitas lições neste ano e nos próximos"
"É na Argentina onde acontecem os eventos mais significativos para a América Latina nesta virada de ano, com potencial de impactar a região por muito tempo", diz o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, citando o fim das restrições às exportações e a revisão da Lei de Meios; "Os países latino-americanos devem acompanhar os desdobramentos argentinos com interesse e isenção, pois eles podem nos trazer muitas lições neste ano e nos próximos" (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – "É na Argentina onde acontecem os eventos mais significativos para a América Latina nesta virada de ano, com potencial de impactar a região por muito tempo", diz o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, no artigo Mais Opções.

"Logo depois de sua posse, o governo do presidente Maurício Macri começou a tomar decisões importantes como a liberação das exportações e do câmbio e a eliminação de restrições à imprensa. Por sua vez, a agora oposição acusa Macri de ser antidemocrático e de tomar medidas que favorecem produtores agrícolas e grandes órgãos de mídia", diz ele.

Meirelles, no entanto, argumenta que a gestão de Cristina Kirchner foi desastrosa para a Argentina e elogia as nova medidas. "A posição de Macri reflete a compreensão dominante em economias mais relevantes de que o governo não deve intervir para beneficiar um ou outro setor escolhido pela burocracia estatal, mas sim deixar que a economia funcione em base realista para crescer mais e gerar mais renda e emprego, o que, em última análise, beneficia a todos, particularmente os mais pobres", diz ele. "Os países latino-americanos devem acompanhar os desdobramentos argentinos com interesse e isenção, pois eles podem nos trazer muitas lições neste ano e nos próximos."

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