Parente insinua que ficaria no cargo se Maia assumisse o poder

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, sinalizou que permaneceria no cargo caso Rodrigo Maia substituísse Michel Temer no Planalto; questionado sobre o assunto, ele deixou a porta aberta para a administração Maia: "O que posso dizer é que hoje existem as condições necessárias para fazer o trabalho que precisa ser feito na Petrobras. Enquanto essas condições existirem, penso em ficar", afirmou

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, sinalizou que permaneceria no cargo caso Rodrigo Maia substituísse Michel Temer no Planalto; questionado sobre o assunto, ele deixou a porta aberta para a administração Maia: "O que posso dizer é que hoje existem as condições necessárias para fazer o trabalho que precisa ser feito na Petrobras. Enquanto essas condições existirem, penso em ficar", afirmou
O presidente da Petrobras, Pedro Parente, sinalizou que permaneceria no cargo caso Rodrigo Maia substituísse Michel Temer no Planalto; questionado sobre o assunto, ele deixou a porta aberta para a administração Maia: "O que posso dizer é que hoje existem as condições necessárias para fazer o trabalho que precisa ser feito na Petrobras. Enquanto essas condições existirem, penso em ficar", afirmou (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Pedro Parente não pensa em sair da presidência da Petrobras, posto que ocupa há cerca de um ano, em caso de queda de Michel Temer.

Em entrevista publicada nesta quinta-feira, o presidente da estatal sinalizou que permaneceria no posto. 

Questionado sobre uma administração de Rodrigo Maia, ele afirmou: 

"O que posso dizer é que hoje existem as condições necessárias para fazer o trabalho que precisa ser feito na Petrobrás. Enquanto essas condições existirem, penso em ficar.

Estou falando de possíveis indicações políticas. A empresa estava tremendamente traumatizada com toda essa discussão de indicação política. Mas, sem falar nomes, para mim, o fundamental é que existam as condições para se fazer um bom trabalho."

Parente ainda negou que seja um "garoto-propaganda de Temer".

"De jeito nenhum. Até porque ele nunca me fez esse pedido. Me vejo interessado em recuperar a Petrobrás. Não sou filiado partidariamente, nunca fui. Não sou candidato a cargo político. Sou um técnico."

As informações são de reportagem de Fernanda Nunes, Mônica Ciarelli e Ricardo Grinbaum no Estado de S.Paulo.

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