Paulinho da Força teria o Trabalho na gestão Temer

Acordo entre o PMDB e o Solidariedade prevê a entrega do Ministério do Trabalho ao sindicalista Paulinho da Força, que tem sido, ao lado do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais articuladores do impeachment da presidente Dilma Rousseff; só não está definido se o cargo seria ocupado por Paulo Pereira da Silva ou por alguém indicado por ele, uma vez que o sindicalista é réu no STF, acusado de desvio de recursos do BNDES; agenda do Ministério prevê reforma trabalhista, com flexibilização da CLT, e apoio aos projetos de terceirização de mão-de-obra

Acordo entre o PMDB e o Solidariedade prevê a entrega do Ministério do Trabalho ao sindicalista Paulinho da Força, que tem sido, ao lado do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais articuladores do impeachment da presidente Dilma Rousseff; só não está definido se o cargo seria ocupado por Paulo Pereira da Silva ou por alguém indicado por ele, uma vez que o sindicalista é réu no STF, acusado de desvio de recursos do BNDES; agenda do Ministério prevê reforma trabalhista, com flexibilização da CLT, e apoio aos projetos de terceirização de mão-de-obra
Acordo entre o PMDB e o Solidariedade prevê a entrega do Ministério do Trabalho ao sindicalista Paulinho da Força, que tem sido, ao lado do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais articuladores do impeachment da presidente Dilma Rousseff; só não está definido se o cargo seria ocupado por Paulo Pereira da Silva ou por alguém indicado por ele, uma vez que o sindicalista é réu no STF, acusado de desvio de recursos do BNDES; agenda do Ministério prevê reforma trabalhista, com flexibilização da CLT, e apoio aos projetos de terceirização de mão-de-obra (Foto: Leonardo Attuch)

247 – As negociações do vice-presidente Michel Temer para a formação da base de apoio do seu eventual governo contemplam também o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), que tem sido, ao lado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais articuladores do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

De acordo com a distribuição de cargos que tem sido feita no Palácio do Jaburu, em Brasília, Paulinho da Força ficaria com o Ministério do Trabalho, que teria uma nova agenda, numa "era Temer". As prioridades seriam a flexibilização dos direitos trabalhistas, a livre negociação entre patrões e empregados e o avanço da terceirização – em suma, a revisão da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), uma agenda à qual Paulino não se opõe.

Só não se sabe, no entanto, se o cargo seria ocupado por Paulinho ou por algum nome indicado pelo Solidariedade. O motivo: o deputado é réu no Supremo Tribunal Federal, acusado de desvios de recursos do BNDES.

O deputado é acusado de ser beneficiário de um esquema que desviou recursos do banco e a Procuradoria-Geral da República (PGR) pede a condenação do parlamentar por ter cometido crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. 



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