Paulo Guedes agora diz que pode desistir da nova CPMF

"Não existe aumento de imposto. A mídia, por exemplo, quer desonerar a folha (de pagamento), não quer? Esse imposto só entraria se fosse para desonerar. Talvez nem precise, talvez eu desista", disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a criação de um novo imposto nos moldes da extinta CPMF

O ministro da Economia, Paulo Guedes. 7 de outubro de 2020
O ministro da Economia, Paulo Guedes. 7 de outubro de 2020 (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)
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247 - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que pode desistir da ideia de criar um novo imposto sobre transações digitais os moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Declaração foi feita um dia após ele defender a criação novo imposto

"Não existe aumento de imposto. A mídia, por exemplo, quer desonerar a folha (de pagamento), não quer? Esse imposto só entraria se fosse para desonerar. Talvez nem precise, talvez eu desista", disse Guedes em entrevista à CNN Brasil nesta quinta-feira (15).

A afirmação de Guedes, porém, levanta a possibilidade de que o governo não renove a desoneração da folha de pagamentos, que beneficia 17 setores de economia e alcança mais de 6 milhões de trabalhadores. A desoneração termina no final do ano e Jair Bolsonaro  já anunciou que a medida não será renovada em 2021.  

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