Pequeno investidor reduz participação na Bovespa

País registrou, no fim de agosto, 551,1 mil investidores pessoa física, número menor do que no auge da BM&FBovespa (610,9 mil), em 2010; meta lançada há cinco anos pelo presidente da bolsa, Edemir Pinto, era chegar com uma base de cinco milhões de aplicadores em 2014; fatores como a crise internacional e o desaquecimento na economia brasileira influenciaram os investidores, segundo reportagem do Valor Econômico

País registrou, no fim de agosto, 551,1 mil investidores pessoa física, número menor do que no auge da BM&FBovespa (610,9 mil), em 2010; meta lançada há cinco anos pelo presidente da bolsa, Edemir Pinto, era chegar com uma base de cinco milhões de aplicadores em 2014; fatores como a crise internacional e o desaquecimento na economia brasileira influenciaram os investidores, segundo reportagem do Valor Econômico
País registrou, no fim de agosto, 551,1 mil investidores pessoa física, número menor do que no auge da BM&FBovespa (610,9 mil), em 2010; meta lançada há cinco anos pelo presidente da bolsa, Edemir Pinto, era chegar com uma base de cinco milhões de aplicadores em 2014; fatores como a crise internacional e o desaquecimento na economia brasileira influenciaram os investidores, segundo reportagem do Valor Econômico (Foto: Gisele Federicce)

247 – O Brasil tem registrado uma diminuição da participação do pequeno investidor pessoa física na BM&FBovespa. No fim de agosto, eram 551,1 mil investidores, número menor do que no auge da BM&FBovespa (610,9 mil), em 2010. Há cinco anos, a meta do presidente da Bolsa, Edemir Pinto, era chegar com uma base de cinco milhões de aplicadores em 2014.

De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico desta segunda-feira 8, alguns dos fatores que “desanimaram os aplicadores” foram a crise internacional, o desaquecimento da economia brasileira desde 2011 e a intervenção do governo nos preços das empresas de energia. Aplicadores são “normalmente avessos a risco”, diz a matéria.

De acordo com levantamento realizado pelo Valor, as empresas do setor elétrico, que costumavam figurar entre as preferidas do investidor, estão entre as que mais viram diminuir sua base acionária formada por pessoas físicas.

Um levantamento feito com dados da Comissão de Valores Mobiliários aponta que, em 2003, havia apenas 85 mil pessoas investindo em ações. Cinco anos depois, no auge da euforia da bolsa e três meses antes do início da crise mundial, esse número era de 1,38 milhão. 

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