Petroleiras internacionais fazem festa em mais um leilão do petróleo brasileiro

Empresas sediadas na Alemanha, Reino Unido, França, Qatar, Portugal, Estados Unidos, Noruega, Holanda, além da brasileira Petrobrás, formularam as propostas vencedoras e pagarão um bônus de R$ 8,9 bilhões

(Foto: Agência Petrobras/André Motta de Souza | Reprodução)

247 - O leilão de 36 blocos do petróleo brasileiro confirmou a entrega do petróleo e gás natural brasileiro por parte do governo Jair Bolsonaro às grandes petroleiras internacionais. Ao todo, dez empresas diferentes – sediadas na Alemanha, Reino Unido, França, Qatar, Malásia, Estados Unidos, Noruega, Holanda, além da brasileira Petrobrás – formularam as propostas vencedoras e pagarão um bônus de R$ 8,9 bilhões.

Os campos foram arrematados pela BP Energy (Reino Unido), Total E&P do Brasil (França) (40%), QPI Brasil (Qatar), Petronas (Malásia), ExxonMobil Brasil (EUA), Shell Brasil (anglo-holandesa), Equinor (Noruega), Wintershall Brasil (Alemanha), Chevron (Estados Unidos), além da Petrobrás. 

O ágio pago sobre o preço mínimo foi de 322% para o bônus de assinatura e de 390% para as unidades de trabalho do programa exploratório mínimo. A expectativa é que os contratos sejam assinados em fevereiro de 2020, com investimentos de cerca de R$ 1,5 bilhão.

Ao todo, 17 empresas foram habilitadas para participar do leilão, o 16º do setor e a primeira das três rodadas previstas pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) para este ano, sendo que somente a Petrobrás e a Enauta são nacionais. As áreas leiloadas estão localizadas nas bacias sedimentares marítimas de Pernambuco-Paraíba, Jacuípe, Camamu-Almada, Campos e Santos e foram ofertadas em regime de concessão. 

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