Planalto quer acelerar votação da PEC 241 e admite recuo na Previdência

O governo de Michel Temer demonstra preocupação com o andamento da PEC 241, que congela os gastos públicos por 20 anos. O Planalto avalia que o atual calendário de votação da proposta no Senado, com votação próxima ao recesso, na semana de 13 de dezembro, ameaça a aprovação do texto ainda neste ano; o presidente deve pedir a Renan Calheiros, presidente da Casa, para antecipar a sessão. Já a reforma da Previdência, outras das prioridades de Temer, não deve sair como o esperado e o governo já dá sinais de recuo

 
Presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), concede entrevista.
 
  Presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), concede entrevista.   (Foto: Giuliana Miranda)

247 - O governo de Michel Temer demonstra preocupação com o andamento da PEC 241, que congela os gastos públicos por 20 anos. O Planalto avalia que o atual calendário de votação da proposta no Senado, com votação próxima ao recesso, na semana de 13 de dezembro, ameaça a aprovação do texto ainda neste ano, diz a coluna Painel da Folha de S.Paulo. O presidente deve pedir a Renan Calheiros, presidente da Casa, para antecipar a sessão. Já a reforma da Previdência, outras das prioridades de Temer, não deve sair como o esperado.  

"No flanco previdenciário, já se fala internamente em “reforma possível”, sinal de recuo na ambição por mudanças profundas.

No caso da Previdência, há duas razões para o “choque de realidade”: o fator Odebrecht — e a confusão que se instalará em 2017 a partir da delação — e a perspectiva de poder, que Temer vai perdendo à medida que se aproxima do fim do mandato."

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