PML: comercial do PT sobre BC “tem razão de ser”

Vídeo da campanha da presidente Dilma Rousseff pode ter um tom "sombrio demais" e ser "panfletário", mas "tem razão de ser e estimula um debate indispensável" depois que Marina Silva se comprometeu, durante a campanha, com a medida de independência do Banco Central, escreve Paulo Moreira Leite, em seu blog no 247; segundo o jornalista, ao examinar a triste situação da Europa hoje é possível ver que o caminho apontado por Marina Silva "pertence ao reino das grandes mistificações da política brasileira de 2014"

Vídeo da campanha da presidente Dilma Rousseff pode ter um tom "sombrio demais" e ser "panfletário", mas "tem razão de ser e estimula um debate indispensável" depois que Marina Silva se comprometeu, durante a campanha, com a medida de independência do Banco Central, escreve Paulo Moreira Leite, em seu blog no 247; segundo o jornalista, ao examinar a triste situação da Europa hoje é possível ver que o caminho apontado por Marina Silva "pertence ao reino das grandes mistificações da política brasileira de 2014"
Vídeo da campanha da presidente Dilma Rousseff pode ter um tom "sombrio demais" e ser "panfletário", mas "tem razão de ser e estimula um debate indispensável" depois que Marina Silva se comprometeu, durante a campanha, com a medida de independência do Banco Central, escreve Paulo Moreira Leite, em seu blog no 247; segundo o jornalista, ao examinar a triste situação da Europa hoje é possível ver que o caminho apontado por Marina Silva "pertence ao reino das grandes mistificações da política brasileira de 2014" (Foto: Aline Lima)

247 – Um comercial do PT que começou a ir ao ar nesta terça-feira 9 ataca a proposta da candidata do PSB, Marina Silva, de tornar o Banco Central independente. Em novo post em seu blog no 247, Paulo Moreira Leite observa que o tom da propaganda pode ser "sombrio demais", "panfletário" e que podemos até dizer, ao analisar o roteiro do vídeo, que "o problema das relações entre os bancos privados, os governos de cada país e a prosperidade das famílias 'é mais complexo' do que se vê na tela".

"Ainda assim, a verdade é que a independência do Banco Central assegura um poder fora de todo controle democrático, aos bancos e ao sistema financeiro. Você pode ir até a urna e escolher o governo que quiser, com o projeto que achar melhor. Um Banco Central independente pode desfazer tudo isso e seguir o caminho posto. Seus dirigentes têm um mandato por tempo determinado, com a soberania intocável de um ministro do Supremo Tribunal Federal. Eles não deliberam sobre a Justiça, a culpa, a inocência. Decidem sobre o emprego, o salário, a renda", afirma PML.

O exemplo da "triste situação na Europa", prossegue o jornalista, é a comprovação de que "pertence ao reino das grandes mistificações da política brasileira de 2014 a visão que aponta Marina Silva — a candidata que defende independência do Banco Central — como expressão dos protestos de junho de 2013". Ainda sobre Marina, Paulo Moreira Leite ressalta que "suas alianças, seus assessores e especialmente a autonomia do BC não tem nada a ver com os protestos, que guardam várias semelhanças com o descontentamento do Velho Mundo".

Leia a íntegra em Quando a propaganda tem razão

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