Pochmann: ‘Bolsonaro é um improvisador com a função de bobo da corte’

"Com lucro extraordinário, superior desde a crise global de 2008, bancos comandam o rentismo no Brasil, subordinando o governo da destruição nacional a seu favor, pois têm em Bolsonaro o improvisador a exercer as funções de 'bobo da corte' para desviar atenção com mediocridades", afirmou o economista Marcio Pochmann

(Foto: MARCELLO CASAL JR - ABR)

247 - O economista Marcio Pochmann criticou o presidente Jair Bolsonaro pela falta de investimentos em políticas sociais e propostas para a retomada do crescimento econômico.

"Com lucro extraordinário, superior desde a crise global de 2008, bancos comandam o rentismo no Brasil, subordinando o governo da destruição nacional a seu favor, pois têm em Bolsonaro o improvisador a exercer as funções de 'bobo da corte' para desviar atenção com mediocridades", escreveu o estudioso no Twitter.

Em oito meses de governo, o presidente ainda não deixou clara a proposta para aumentar o nível de consumo e retomar o crescimento da economia. De acordo com estimativas oficiais, a expansão do PIB ficará abaixo de 1% em 2019. O País ainda tem 13 milhões de desempregados (taxa de 12%).

Além do cenário econômico desanimador, os investimentos públicos estão congelados por 20 anos por causa da PEC do Teto dos Gastos, aprovado no governo Michel Temer e apoiada por Bolsonaro. 

O atual presidente sugeriu que a dificuldade de crescimento é problema do ministro da Economia, Pauo Gudes. 

“Pergunta para o Paulo Guedes, pergunta para o Paulo Guedes”, disse Bolsonaro a repórteres após ter sido questionado sobre o assunto (veja aqui).

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