Pochmann: segundo semestre deve piorar se não houver medida emergencial

O economista Márcio Pochmann afirmou que o "governo Bolsonaro lenta e gradualmente começa a perceber que a trágica situação da economia brasileira não está centrada no problema de expectativas (a tal fada madrinha), conforme receituário neoliberal". De acordo com o pesquisador, "a anemia da economia brasileira decorre da opção neoliberal após 2014 de contração do setor público que asfixiou + o setor privado"

Brasília - O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, participa do seminário cujo tema é Economia Solidária, Superação da Miséria e Desenvolvimento, promovido pelo Ministério do Trabalho.
Brasília - O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, participa do seminário cujo tema é Economia Solidária, Superação da Miséria e Desenvolvimento, promovido pelo Ministério do Trabalho. (Foto: MARCELLO CASAL JR - ABR)

247 - O economista Márcio Pochmann afirmou que o "governo Bolsonaro lenta e gradualmente começa a perceber que a trágica situação da economia brasileira não está centrada no problema de expectativas (a tal fada madrinha), conforme receituário neoliberal". 

"Por isso o 2° semestre deve piorar +, se não houver medida emergencial", disse o estudioso no Twitter.

De acordo com o pesquisador, "a anemia da economia brasileira decorre da opção neoliberal após 2014 de contração do setor público que asfixiou + o setor privado". 

"A persistência do diagnóstico do problema de expectativas e/ou de má alocação de recursos promete aprofundar e levar mais longe a gestão da crise", acrescentou.

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