Presidente do BB defende privatização do banco porque teria 'mais lucro'

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou que "se o banco fosse privado, teria um resultado melhor do que tem hoje"; declaração vem na esteira da divulgação do lucro líquido ajustado do BB em 2018: R$ 13,5 bilhões, alta de 22% em relação ao ano anterior, o segundo melhor resultado percentual entre os bancos brasileiros, atrás apenas do Santander; apesar disso, ele destacou que "essa não é a política do governo, essa é uma posição pessoal. Espero que um dia se chegue a essa conclusão, mas acho que o país ainda não está preparado para essa ideia"

Presidente do BB defende privatização do banco porque teria 'mais lucro'
Presidente do BB defende privatização do banco porque teria 'mais lucro'

247 - O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, afirmou que a instituição financeira teria resultados melhores que os atuais caso fosse privatizada. "Se o banco fosse privado, teria um resultado melhor do que tem hoje", a firmou Novaes. O Banco do Brasil registrou um lucro líquido ajustado em 2018 da ordem de R$ 13,5 bilhões, alta de 22% em relação ao ano anterior, o segundo melhor resultado percentual entre os bancos brasileiros, atrás apenas do Santander. (leia mais no Brasil 247).

Novaes, porém, disse que defasa da privatização do Banco do Brasil é uma posição pessoal, não representando a intenção do governo Bolsonaro em vender a instituição à inciativa privada. "Essa não é a política do governo, essa é uma posição pessoal. Espero que um dia se chegue a essa conclusão, mas acho que o país ainda não está preparado para essa ideia", ressaltou.

"Temos essa ambição [de obter resultados semelhantes aos de bancos privados]. O banco público sempre tem alguns entraves, não temos a mesma liberdade que os bancos privados para tomar certas decisões", completou Novaes.

Ele confirmou que o banco vem avaliando oportunidades de parcerias e de abertura de capital em algumas áreas, como as de asset, seguridade, meio de pagamentos e banco de investimentos. Os outros negócios, contudo, deverão ser entregues à iniciativa privada. "A pior coisa é ter pressa para vender alguma coisa, porque vai desvalorizar seu ativo", ressaltou.

 

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