Presidente do BNDES diz que é preciso ensinar economia aos procuradores da Lava Jato

"Estão jogando fora o bebê junto com a água do banho. Não há economicidade nas decisões judiciais", comentou Paulo Rabello de Castro em uma palestra nesta segunda-feira 14; ele destacou também que, com a investigação, não há nenhuma grande empreiteira "com cadastro para fazer negócio dentro do banco"

"Estão jogando fora o bebê junto com a água do banho. Não há economicidade nas decisões judiciais", comentou Paulo Rabello de Castro em uma palestra nesta segunda-feira 14; ele destacou também que, com a investigação, não há nenhuma grande empreiteira "com cadastro para fazer negócio dentro do banco"
"Estão jogando fora o bebê junto com a água do banho. Não há economicidade nas decisões judiciais", comentou Paulo Rabello de Castro em uma palestra nesta segunda-feira 14; ele destacou também que, com a investigação, não há nenhuma grande empreiteira "com cadastro para fazer negócio dentro do banco" (Foto: Gisele Federicce)

247 - Numa palestra proferida na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, alfinetou os investigadores da Operação Lava Jato, que segundo ele, precisam aprender economia.

"De um lado, falta apetite no setor privado. Do lado dos grandes projetos, eles estão sob o efeito lavajático. Não sobrou praticamente uma única grande empreiteira com cadastro para fazer o próximo negocio dentro do banco", comentou, segundo reportagem do Broadcast Político.

Ele completou, em referência à investigação: "Estão jogando fora o bebê junto com a água do banho. Não há economicidade nas decisões judiciais".

O combate à corrupção é "fundamental, imprescindível e inadiável" no Brasil, disse, mas que é preciso ensinar aos procuradores que "da caneta deles" saem desemprego e fechamento de empresas.

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