Presidente do Itaú critica reforma tributária de Guedes: vai elevar a carga e nova CPMF vai encarecer produtos

"Esta reforma proposta, embora não avaliamos todos os pontos, tem aumento de carga tributária. Isso provoca aumento do custo do dinheiro e não parece ser a reforma ideal", disse o presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher

Candido Bracher
Candido Bracher (Foto: Reprodução)
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247 - O presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, criticou a proposta de reforma tributária do governo Jair Bolsonaro que, segundo ele, irá resultar no aumento da carga tributária. Ainda conforme o executivo, a recriação da CPMF com um novo, como proposto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, encarece o custo final dos produtos por incidir em cada fase da cadeia produtiva. 

“A busca do reequilíbrio fiscal após a expansão de gastos necessária para pandemia é muito importante. E isso não deve ser buscado com aumento de carga de impostos. Esta reforma proposta, embora não avaliamos todos os pontos, tem aumento de carga tributária. Isso provoca aumento do custo do dinheiro e não parece ser a reforma ideal” disse Bracher segundo reportagem do jornal O Globo.

O presidente do Itaú Unibanco também criticou a proposta de recriar a extinta CPMF devido a sua incidência em cascata. “A nova CPMF prejudica as cadeias da economia quem tem muitos agentes porque incide em cada fase da cadeia e acaba encarecendo o produto final”, completou. 

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