'Prévia' feita pelo BC sobre o PIB aponta saída da recessão técnica

De acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), a economia apresentou expansão de 9,47% na comparação com o segundo trimestre. Devido aos efeitos da pandemia de covid-19 na economia, o mercado financeiro projeta queda do PIB em 4,8%, neste ano

BC aponta que o Brasil saiu da chamada "recessão técnica", mas projeta queda de 4,8% do PIB
BC aponta que o Brasil saiu da chamada "recessão técnica", mas projeta queda de 4,8% do PIB (Foto: Rodolfo Buhrer - Reuters)
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Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil - Brasília

A economia brasileira voltou a registrar crescimento no terceiro trimestre deste ano. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta sexta-feira (13), apresentou expansão de 9,47% na comparação com o segundo trimestre. Em setembro, comparado a agosto, houve expansão de 1,29%.

Em relação ao terceiro trimestre de 2019, foi registrada queda de 3%. No ano, o IBC-Br registra queda de 4,93% e, em 12 meses encerrados em setembro, retração de 3,32%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajudar o Banco Central a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Devido aos efeitos da pandemia de covid-19 na economia, o mercado financeiro projeta queda do PIB em 4,8%, neste ano. O Banco Central prevê retração de 5% e a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, de 4,7%.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, acredita que “economia brasileira está voltando com força” e prevê queda de 4%, em 2020.ação de 5% e a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, de 4,7%.

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