Queda iminente de Temer derruba confiança da construção

A crise resultante das políticas econômicas do governo Michel Temer fizeram com que a confiança da construção no Brasil registrasse forte queda em maio e retornasse ao nível de oito meses atrás, pressionada pelo recuo das expectativas e piora da avaliação sobre a situação atual, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV); Índice de Confiança da Construção (ICST) do Brasil recuou 2,5 pontos, para 74 pontos

Michel Temer, construção civil .2
Michel Temer, construção civil .2 (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - A confiança da construção no Brasil registrou forte queda em maio, interrompendo sequência de duas altas e retornando ao nível de oito meses atrás, pressionada pelo recuo das expectativas e piora da avaliação sobre a situação atual, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Confiança da Construção (ICST) do Brasil recuou 2,5 pontos, para 74 pontos, depois de ter alcançado no mês anterior o nível mais alto desde abril de 2015.

"A queda do ICST reflete a situação de fragilidade do cenário para o setor da construção. A avaliação dominante entre as empresas é que o quadro está melhor do que no ano passado, mas ainda não mostra dinamismo para uma possível recuperação", disse a coordenadora de projetos da construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo, em nota.

O Índice de Expectativas (IE-CST) caiu 3,0 pontos, para 84,6 pontos, com destaque para o recuo do indicador que mede o otimismo com a situação dos negócios nos seis meses seguintes, cuja queda foi de 3,8 pontos, a 85,6 pontos, menor nível desde janeiro deste ano.

O Índice da Situação Atual (ISA-CST) caiu 2,0 pontos, indo a 63,7 pontos e devolvendo a alta de 2,9 pontos do mês anterior, com destaque para o indicador que mede a situação dos negócios corrente.

 

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