Recessão de Temer faz Caixa subir em 81% retomada de imóveis

A depressão econômica do Brasil, provocada desde a ascensão de Michel Temer ao governo, tem gerado uma catástrofe também no mercado imobiliário; num país com mais de 12 milhões de desempregados, muitos brasileiros não conseguem pagar o financiamento da casa própria e os bancos retomam o imóvel; segundo o Banco Central, só na Caixa, a retomada de imóveis subiu 81% em 2016; estoque de imóveis em posse das instituições saltou de R$ 6,5 bilhões, em novembro de 2015, para R$ 9,8 bilhões, no mesmo mês de 2016 

A depressão econômica do Brasil, provocada desde a ascensão de Michel Temer ao governo, tem gerado uma catástrofe também no mercado imobiliário; num país com mais de 12 milhões de desempregados, muitos brasileiros não conseguem pagar o financiamento da casa própria e os bancos retomam o imóvel; segundo o Banco Central, só na Caixa, a retomada de imóveis subiu 81% em 2016; estoque de imóveis em posse das instituições saltou de R$ 6,5 bilhões, em novembro de 2015, para R$ 9,8 bilhões, no mesmo mês de 2016 
A depressão econômica do Brasil, provocada desde a ascensão de Michel Temer ao governo, tem gerado uma catástrofe também no mercado imobiliário; num país com mais de 12 milhões de desempregados, muitos brasileiros não conseguem pagar o financiamento da casa própria e os bancos retomam o imóvel; segundo o Banco Central, só na Caixa, a retomada de imóveis subiu 81% em 2016; estoque de imóveis em posse das instituições saltou de R$ 6,5 bilhões, em novembro de 2015, para R$ 9,8 bilhões, no mesmo mês de 2016  (Foto: Aquiles Lins)

247 - Dados divulgados pelo Banco Central mostram que a depressão econômica provocada pela política de Michel Temer e Henrique Meirelles tem sido catastrófica para o mercado imobiliário. 

Sem dinheiro para pagar o financiamento da casa própria, muitos brasileiros acabam tendo a casa retomada pelos bancos. Somente na Caixa Econômica Federal, número de bens retomados teve alta de 81%. O estoque de imóveis em posse das instituições saltou de R$ 6,5 bilhões, em novembro de 2015, para R$ 9,8 bilhões, no mesmo mês de 2016 – alta de quase 50%, segundo dados do Banco Central compilados a pedido do 'Broadcast'.

Ao retomar um imóvel, o banco evita a alta da inadimplência, mas assume a obrigação legal de se desfazer do bem. Na Caixa Econômica Federal, que concentra 70% do crédito imobiliário no Brasil, o total de imóveis retomados subiu de 8.775, em 2015, para 15.881, em 2016 – uma alta de 81%. Diante disso, a Caixa firmou parceria com o Conselho Federal de Corretores Imobiliários (Cofeci) para tentar desovar o seu estoque, que atualmente soma 24.585 unidades.

Segundo o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Gilberto Abreu, medidas como carência para retomada dos pagamentos, ampliação de prazos, transferência de atrasos para parcelas futuras têm surtido efeito neste momento de crise. Isso, segundo ele, tem ajudado a inadimplência do crédito imobiliário ficar ao redor de 2%.

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