Recuo de Bolsonaro em Itaipu foi político, aponta coluna de Miriam de Leitão

A pergunta que fica é se o comportamento do governo brasileiro seria o mesmo caso um partido de esquerda governasse o Paraguai

Jair Bolsonaro e o Presidente da República do Paraguai, Mario Abdo Benítez.
Jair Bolsonaro e o Presidente da República do Paraguai, Mario Abdo Benítez. (Foto: Alan Santos/PR)

247 – A coluna da jornalista Miriam Leitão condena a decisão política do governo brasileiro de rasgar um contrato e passar a subsdiar a energia paraguaia em Itaipu. No setor elétrico, a posição do governo brasileiro em relação a Itaipu — de aceitar sem questionar o rompimento pelos paraguaios do acordo feito em maio — foi vista como uma decisão política. É que a ameaça de impeachment do presidente Mario Abdo Benítez, com quem Bolsonaro tem boa relação pessoal, poderia conduzir novamente a esquerda ao poder no país vizinho", diz a nota.

A pergunta que fica é se o comportamento do governo brasileiro seria o mesmo caso um partido de esquerda governasse o Paraguai. O próprio Itamaraty, em nota, afirmou que a “elevação sem precedentes do relacionamento Brasil-Paraguai se deve, mais do que a qualquer outro fator, à excelente relação pessoal entre os Presidentes Mario Abdo e Jair Bolsonaro e à coincidência de visões estratégicas.” Bolsonaro segue Donald Trump, que dá grande peso às relações pessoais em assuntos de diplomacia.

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