Rei do aço se queixa de concentração bancária

"O óbvio está sendo, finalmente, reconhecido. Há uma concentração bancária perversa. Os quatro maiores bancos respondem por 78,5% do crédito concedido —dez anos atrás, essa proporção era de 55%. Com esse poder, pouco importa que o BC tenha reduzido sua taxa básica pela metade, para 6,5% ao ano, em um ano e meio", analisa em artigo Benjamin Steinbruch, diretor presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)

São Paulo, 16/11/2011, Encontro Brasil África - O vice-presidente da Fiesp, Benjamin Steinbruch durante encontro Brasil e Africa para discutir  investimentos que tenham como meta o desenvolvimento dos países da África na sede da FIESP na Av Paulista nessa
São Paulo, 16/11/2011, Encontro Brasil África - O vice-presidente da Fiesp, Benjamin Steinbruch durante encontro Brasil e Africa para discutir investimentos que tenham como meta o desenvolvimento dos países da África na sede da FIESP na Av Paulista nessa (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em artigo publicado na Folha nesta terça-feira 1º, do rei do aço, o diretor presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, se queixa da concentração bancária no Brasil.

"O óbvio está sendo, finalmente, reconhecido. Há uma concentração bancária perversa. Os quatro maiores bancos respondem por 78,5% do crédito concedido —dez anos atrás, essa proporção era de 55%", diz ele.

"Com esse poder, pouco importa que o BC tenha reduzido sua taxa básica pela metade, para 6,5% ao ano, em um ano e meio. É ocioso enumerar as estarrecedoras taxas de juros cobradas nas operações de crédito, que atingem nível absurdo de 325% ao ano para os cheques especiais", completa.

Conheça a TV 247

Mais de Economia

Ao vivo na TV 247 Youtube 247