Relator da Previdência admite que reforma pode nem ser mais votada

Com o impacto do escândalo da JBS, o relator da reforma da Previdência, o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), já diz abertamente que o calendário de tramitação da proposta foi por água abaixo e que, hoje, já não é possível garantir nem mesmo que o texto será votado pelo Congresso

Brasília - Após reunião com o ministro da casa Civil Eliseu Padilha, o relator da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, Arthur Maia , fala com a Imprensa (Antônio Cruz/ Agência Brasil)
Brasília - Após reunião com o ministro da casa Civil Eliseu Padilha, o relator da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, Arthur Maia , fala com a Imprensa (Antônio Cruz/ Agência Brasil) (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), já diz abertamente que o calendário de tramitação da proposta foi por água abaixo e que, hoje, já não é possível garantir nem mesmo que o texto será votado pelo Congresso

"A minha avaliação é que, a cada dia que passa, é mais difícil, é mais complicado".

"O que é difícil hoje será mais difícil daqui a um mês."

As informações são de reportagem de Laís Alegretti e Daniel Carvalho na Folha de S.Paulo.

"A dificuldade aumenta, segundo Maia, devido à preocupação dos parlamentares com o impacto que o voto a favor do endurecimento das regras de aposentadoria teria nas eleições de 2018.

O relatório da reforma da Previdência foi aprovado, com muitas alterações em relação ao texto original, em comissão especial da Câmara no início de maio. A expectativa era que ele fosse votado pelo plenário no mês que vem.

Na semana passada, antes de serem divulgadas as primeiras informações sobre a delação da JBS e as citações ao presidente Michel Temer, interlocutores do governo trabalhavam para conquistar um placar de ao menos 308 deputados (mínimo para aprovação na Câmara)."

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