Sem emprego e sem futuro, jovens são as maiores vítimas do golpe de 2016

Nos últimos quatro anos, desde que PSDB e PMDB se uniram para sabotar a democracia, o número de jovens que desistiram de procurar empregou saltou de 600 mil para 1,8 milhão. Ao todo, o número de brasileiros no desalento já soma 4,9 milhões de pessoas. Em dezembro de 2014, último período em que a então presidente Dilma Rousseff conseguiu governar, a taxa de desemprego era de 4,3%. Hoje, é de 12,4%, como consequência direta da conspiração comandada por Aécio Neves e Eduardo Cunha

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Sem emprego e sem futuro, jovens são as maiores vítimas do golpe de 2016 (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)


247 – "Para quem tem dúvidas sobre o impacto da falta de emprego no País desde o início da crise econômica, em 2014, dados de um trabalho feito pela consultoria LCA e revelados hoje pelo Estadão, mostram que o número de jovens desalentados triplicou em quatro anos, entre os que têm até 24 anos. Segundo o levantamento, a quantidade de jovens desalaentados pulou de 600 mil para mais de 1,76 milhão. Desalentadas são aquelas pessoas que já desistiram de procurar por emprego. Esses dados ficam mais dramáticos ao se saber que, no fim do ano passado, esse grupo de jovens até 24 anos já tinha o desemprego na ordem de 27,2%. Para chegar a esse resultado, a consultoria compilou números, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-Contínua) e do IBGE", informa o site BR 18.

O estudo comprova que os jovens são as maiores vítimas do golpe de 2016, que afastou a ex-presidente Dilma Rousseff do poder, por meio de um impeachment fraudulento, sem crime de responsabilidade. Nos últimos quatro anos, desde que PSDB e PMDB se uniram para sabotar a democracia, o número de jovens que desistiram de procurar empregou saltou de 600 mil para 1,8 milhão. Ao todo, o número de brasileiros no desalento já soma 4,9 milhões de pessoas. Em dezembro de 2014, último período em que a então presidente Dilma Rousseff conseguiu governar, a taxa de desemprego era de 4,3%. Hoje, é de 12,4%, como consequência direta da conspiração comandada por Aécio Neves, Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer e Eduardo Cunha.

Confira, abaixo, o tweet do jornalista Ricardo Pereira sobre o quadro do mercado de trabalho:

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