Setor de serviços deve encolher 3,5% em 2016, diz CNC

Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o setor poderá registrar perdas de até 3,5% ao longo de 2016 em razão das constantes quedas no nível de atividade econômica; em fevereiro, receita do setor de serviços encolheu 4%  quando comparado com o mesmo mês do ano passado segundo dados do IBGE. No acumulado do ano até fevereiro, o volume de receita nas atividades pesquisadas encolheu 4,5%; "Apesar das sucessivas retrações nos últimos meses, esse recuo de 4,5% aponta para um arrefecimento no ritmo de perdas de receita ante o final do ano passado, quando o setor registrou retração de 5,7% no último trimestre, por exemplo", afirma Fabio Bentes, economista da CNC

Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o setor poderá registrar perdas de até 3,5% ao longo de 2016 em razão das constantes quedas no nível de atividade econômica; em fevereiro, receita do setor de serviços encolheu 4%  quando comparado com o mesmo mês do ano passado segundo dados do IBGE. No acumulado do ano até fevereiro, o volume de receita nas atividades pesquisadas encolheu 4,5%; "Apesar das sucessivas retrações nos últimos meses, esse recuo de 4,5% aponta para um arrefecimento no ritmo de perdas de receita ante o final do ano passado, quando o setor registrou retração de 5,7% no último trimestre, por exemplo", afirma Fabio Bentes, economista da CNC
Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o setor poderá registrar perdas de até 3,5% ao longo de 2016 em razão das constantes quedas no nível de atividade econômica; em fevereiro, receita do setor de serviços encolheu 4%  quando comparado com o mesmo mês do ano passado segundo dados do IBGE. No acumulado do ano até fevereiro, o volume de receita nas atividades pesquisadas encolheu 4,5%; "Apesar das sucessivas retrações nos últimos meses, esse recuo de 4,5% aponta para um arrefecimento no ritmo de perdas de receita ante o final do ano passado, quando o setor registrou retração de 5,7% no último trimestre, por exemplo", afirma Fabio Bentes, economista da CNC (Foto: Paulo Emílio)

CNC - Em fevereiro, o volume de receita do setor de serviços encolheu 4,0% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (13) pelo IBGE. Essa foi a 11ª queda consecutiva do indicador nessa base comparativa, porém a menor dos últimos seis meses.

No acumulado do ano até fevereiro, o volume de receita nas atividades pesquisadas encolheu 4,5%, o pior resultado para esse período do ano desde o início da pesquisa, superando a queda de 3,5% verificada nos dois primeiros meses do ano passado. "Apesar das sucessivas retrações nos últimos meses, esse recuo de 4,5% aponta para um arrefecimento no ritmo de perdas de receita ante o final do ano passado, quando o setor registrou retração de 5,7% no último trimestre, por exemplo", afirma Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A perspectiva de novas quedas no ritmo de atividade econômica no setor de serviços levou a entidade a revisar de -3,1% para -3,5% a expectativa de evolução no volume de receitas para o ano de 2016.

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