Setúbal defende novas eleições presidenciais

Presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal afirmou que o impeachment da presidente Dilma Rousseff é possibilidade concreta, mas não necessariamente provável; disse ainda que apenas um novo governo eleito pelo povo seria capaz de conduzir as mudanças que o país precisa, em especial a reforma política; "O governo atual não foi eleito com mandato para fazer reforma. Muito pelo contrário, foi eleito defendendo o que estava aí. A base política do governo, o PT, não quer reforma. Não foi para isso que apoiaram a Dilma. Apoiaram para manter o 'status quo'"

Presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal afirmou que o impeachment da presidente Dilma Rousseff é possibilidade concreta, mas não necessariamente provável; disse ainda que apenas um novo governo eleito pelo povo seria capaz de conduzir as mudanças que o país precisa, em especial a reforma política; "O governo atual não foi eleito com mandato para fazer reforma. Muito pelo contrário, foi eleito defendendo o que estava aí. A base política do governo, o PT, não quer reforma. Não foi para isso que apoiaram a Dilma. Apoiaram para manter o 'status quo'"
Presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal afirmou que o impeachment da presidente Dilma Rousseff é possibilidade concreta, mas não necessariamente provável; disse ainda que apenas um novo governo eleito pelo povo seria capaz de conduzir as mudanças que o país precisa, em especial a reforma política; "O governo atual não foi eleito com mandato para fazer reforma. Muito pelo contrário, foi eleito defendendo o que estava aí. A base política do governo, o PT, não quer reforma. Não foi para isso que apoiaram a Dilma. Apoiaram para manter o 'status quo'" (Foto: Roberta Namour)

247- Para uma plateia de estudantes da Universidade de São Paulo (USP), o presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal afirmou que o impeachment da presidente Dilma Rousseff é possibilidade concreta, mas não necessariamente provável.

Ele disse ainda que apenas um novo governo eleito pelo povo seria capaz de conduzir as mudanças que o país precisa, em especial a reforma política.

"A agenda de reformas que temos pela frente é muito intensa e não vejo esse governo fazer essas reformas. Acho muito difícil", disse ele. "O governo atual não foi eleito com mandato para fazer reforma. Muito pelo contrário, foi eleito defendendo o que estava aí. A base política do governo, o PT, não quer reforma. Não foi para isso que apoiaram a Dilma. Apoiaram para manter o 'status quo'."

Segundo ele, a ida do ex-presidente Lula ao governo foi uma espécie de "última cartada", mas avaliava que seria muito difícil que a manobra funcionasse. "É a tentativa de salvar o governo à deriva. Chama o salvador da pátria para operar um milagre, recuperar um governo impopular, sem condição de aprovar nada no Congresso e ver se reverte. Acho que é muito difícil."

Leia aqui na reportagem de Felipe Marques sobre o assunto.

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