Shell, chinesa CNOOC e empresa do Qatar também compram lote do pré-sal

O consórcio entre a Shell, a chinesa CNOOC e a QPI, do Catar, foi o único a apresentar proposta para arrematar a área de Alto de Cabo Frio Oeste, no pré-sal da Bacia de Santos, de acordo com resultado de leilão da reguladora ANP nesta sexta-feira; o lance do consórcio levou a área com oferta de 22,87 por cento de óleo à União, sem ágio

O consórcio entre a Shell, a chinesa CNOOC e a QPI, do Catar, foi o único a apresentar proposta para arrematar a área de Alto de Cabo Frio Oeste, no pré-sal da Bacia de Santos, de acordo com resultado de leilão da reguladora ANP nesta sexta-feira; o lance do consórcio levou a área com oferta de 22,87 por cento de óleo à União, sem ágio
O consórcio entre a Shell, a chinesa CNOOC e a QPI, do Catar, foi o único a apresentar proposta para arrematar a área de Alto de Cabo Frio Oeste, no pré-sal da Bacia de Santos, de acordo com resultado de leilão da reguladora ANP nesta sexta-feira; o lance do consórcio levou a área com oferta de 22,87 por cento de óleo à União, sem ágio (Foto: Leonardo Attuch)

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O consórcio entre a Shell, a chinesa CNOOC e a QPI, do Catar, foi o único a apresentar proposta para arrematar a área de Alto de Cabo Frio Oeste, no pré-sal da Bacia de Santos, de acordo com resultado de leilão da reguladora ANP nesta sexta-feira.

O lance do consórcio levou a área com oferta de 22,87 por cento de óleo à União, sem ágio.

A Shell ficou com 55 por cento da área, a CNOOC com 20 por cento, enquanto a QPI compôs o consórcio com 25 por cento.

Por Marta Nogueira; Rodrigo Viga Gaier, Alexandra Alper, Luciano Costa e Simon Webb

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