Temer avaliza disparada de preços dos combustíveis: 'dá segurança jurídica'

A política de preços de combustíveis da Petrobras dá segurança jurídica e credibilidade a quem investe na petroleira estatal e vai continuar, afirmou Michel Temer, em entrevista à TV NBR;  companhia implementou em meados do ano passado uma política de preços que segue as cotações internacionais, com ajustes quase que diários, em busca de melhores rendimentos; preços dos combustíveis alcançaram níveis recordes enquanto a economia segue estagnada e o país registra mais de 13 milhões de desempregados

A política de preços de combustíveis da Petrobras dá segurança jurídica e credibilidade a quem investe na petroleira estatal e vai continuar, afirmou Michel Temer, em entrevista à TV NBR;  companhia implementou em meados do ano passado uma política de preços que segue as cotações internacionais, com ajustes quase que diários, em busca de melhores rendimentos; preços dos combustíveis alcançaram níveis recordes enquanto a economia segue estagnada e o país registra mais de 13 milhões de desempregados
A política de preços de combustíveis da Petrobras dá segurança jurídica e credibilidade a quem investe na petroleira estatal e vai continuar, afirmou Michel Temer, em entrevista à TV NBR;  companhia implementou em meados do ano passado uma política de preços que segue as cotações internacionais, com ajustes quase que diários, em busca de melhores rendimentos; preços dos combustíveis alcançaram níveis recordes enquanto a economia segue estagnada e o país registra mais de 13 milhões de desempregados (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - A política de preços de combustíveis da Petrobras dá segurança jurídica e credibilidade a quem investe na petroleira estatal e vai continuar, afirmou nesta sexta-feira o presidente Michel Temer, em entrevista à TV NBR.

A companhia implementou em meados do ano passado uma política de preços que segue as cotações internacionais, com ajustes quase que diários, em busca de melhores rendimentos.

No passado, a empresa amargou prejuízos bilionários ao ser obrigada por governos anteriores a manter os valores abaixo dos preços internacionais, para controlar a inflação.

Por Marta Nogueira

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