Temer deixa herança maldita, aponta economista do Credit Suisse

Sucessor de Michel Temer na presidência viverá quatro anos de déficit primário, prevê Nilson Teixeira, economista-chefe do banco de investimento Credit Suisse; segundo ele, nem sociedade, nem Congresso percebem as consequências de rombos duradouros; "Chamamos os anos 1980 de década perdida, mas esta é ainda pior", avalia

Sucessor de Michel Temer na presidência viverá quatro anos de déficit primário, prevê Nilson Teixeira, economista-chefe do banco de investimento Credit Suisse; segundo ele, nem sociedade, nem Congresso percebem as consequências de rombos duradouros; "Chamamos os anos 1980 de década perdida, mas esta é ainda pior", avalia
Sucessor de Michel Temer na presidência viverá quatro anos de déficit primário, prevê Nilson Teixeira, economista-chefe do banco de investimento Credit Suisse; segundo ele, nem sociedade, nem Congresso percebem as consequências de rombos duradouros; "Chamamos os anos 1980 de década perdida, mas esta é ainda pior", avalia (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O governo de Michel Temer deixará uma longa herança maldita, prevê Nilson Teixeira, economista-chefe do banco de investimento Credit Suisse. Segundo ele, o sucessor do peemedebista na presidência viverá quatro anos de déficit primário.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele diz que nem a sociedade, nem o Congresso percebem as consequências de déficits primários duradouros, e afirma que há "complacência" dos participantes do mercado com o atual desequilíbrio fiscal.

"Chamamos os anos 1980 de década perdida, mas esta é ainda pior. Além de mais desempregados, o país terá taxa de investimentos menor e um crescimento potencial menor", avalia.

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