Temer escala ministros para rebater críticas ao ajuste fiscal

Após ser duramente criticado por distribuir benefícios que impactam em bilhões nos cofres públicos apesar de fazer um discurso de austeridade, o vice-presidente em exercício Michel Temer escalou os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, Casa Civil, Eliseu Padilha, e Planejamento, Dyogo Oliveira, para dizer, em coletiva de imprensa, que o orçamento e a meta fiscal deste ano suportam os reajustes do Bolsa Família, a renegociação das dívidas estaduais e o aumento salarial dos servidores públicos; "Não há nenhuma contradição. Contradição zero", disse Padilha

Após ser duramente criticado por distribuir benefícios que impactam em bilhões nos cofres públicos apesar de fazer um discurso de austeridade, o vice-presidente em exercício Michel Temer escalou os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, Casa Civil, Eliseu Padilha, e Planejamento, Dyogo Oliveira, para dizer, em coletiva de imprensa, que o orçamento e a meta fiscal deste ano suportam os reajustes do Bolsa Família, a renegociação das dívidas estaduais e o aumento salarial dos servidores públicos; "Não há nenhuma contradição. Contradição zero", disse Padilha
Após ser duramente criticado por distribuir benefícios que impactam em bilhões nos cofres públicos apesar de fazer um discurso de austeridade, o vice-presidente em exercício Michel Temer escalou os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, Casa Civil, Eliseu Padilha, e Planejamento, Dyogo Oliveira, para dizer, em coletiva de imprensa, que o orçamento e a meta fiscal deste ano suportam os reajustes do Bolsa Família, a renegociação das dívidas estaduais e o aumento salarial dos servidores públicos; "Não há nenhuma contradição. Contradição zero", disse Padilha (Foto: Paulo Emílio)

247 - Após a saraivada de críticas de que estaria desrespeitando o ajuste fiscal, o vice-presidente em exercício Michel Temer escalou os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, Casa Civil, Eliseu Padilha, e Planejamento, Dyogo Oliveira, para rebaterem as afirmações de que o governo está elevando gastos em detrimento do aumento de receita.

Nesta quinta-feira (30), os ministros realizaram uma coletiva onde afirmaram que o Orçamento e a meta fiscal deste ano suportam os reajustes do Bolsa Família, a renegociação das dívidas estaduais e o aumento salarial do funcionalismo público.

"Os aumentos concedidos são consistentes com a existência do teto. São, de um lado, já previstos no Orçamento e na meta para 2016 e também são aumentos consistentes com a previsão de teto nos anos seguintes", justificou Meirelles sobre o reajuste do funcionalismo.

"Não há nenhuma contradição. Contradição zero. Está perfeitamente dentro do que está previsto no Orçamento e na meta fiscal", complementou Padilha.

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