Temer sanciona Orçamento 2018 com rombo de R$ 157 bilhões

Temer impôs apenas um veto, o que fez com que a dotação orçamentária do Fundeb voltasse à sua previsão original; Congresso Nacional havia aprovado, em dezembro, um complemento de R$ 1,5 bilhão para o fundo; Temer também promoveu um corte de R$ 1,2 bilhão ao programa Minha Casa Minha Vida, que tinha previsão de receber R$ 5,2 bilhões, além da redução de R$ 1,2 bilhão em ações emergenciais voltadas para a defesa civil

Temer impôs apenas um veto, o que fez com que a dotação orçamentária do Fundeb voltasse à sua previsão original; Congresso Nacional havia aprovado, em dezembro, um complemento de R$ 1,5 bilhão para o fundo; Temer também promoveu um corte de R$ 1,2 bilhão ao programa Minha Casa Minha Vida, que tinha previsão de receber R$ 5,2 bilhões, além da redução de R$ 1,2 bilhão em ações emergenciais voltadas para a defesa civil
Temer impôs apenas um veto, o que fez com que a dotação orçamentária do Fundeb voltasse à sua previsão original; Congresso Nacional havia aprovado, em dezembro, um complemento de R$ 1,5 bilhão para o fundo; Temer também promoveu um corte de R$ 1,2 bilhão ao programa Minha Casa Minha Vida, que tinha previsão de receber R$ 5,2 bilhões, além da redução de R$ 1,2 bilhão em ações emergenciais voltadas para a defesa civil (Foto: Paulo Emílio)

247 - Michel Temer sancionou o Orçamento para o exercício de 2018 com a previsão de um rombo da ordem de R$ 157 bilhões.

Na peça orçamentária, Temer impôs apenas um veto, o que fez com que a dotação orçamentária do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) voltasse a sua previsão original. O Congresso Nacional havia aprovado, em dezembro, um complemento de R$ 1,5 bilhão para o fundo.

No orçamento, foi mantida a previsão de receitas no valor de R$ 5,6 bilhões. Na proposta original do orçamento, a previsão de crescimento da economia era de 2%, mas acabou sendo aprovada a estimativa de 2,5%. O orçamento também não prevê reajustes ao teto de gastos, uma vez que a peça de 2018 é a primeira sob as novas regras que impõe um teto de gastos ao Governo Federal, da ordem de 3%. 

Temer também promoveu um corte de R$ 1,2 bilhão ao programa Minha Casa Minha Vida, que tinha previsão de receber R$ 5,2 bilhões, além da redução de R$ 1,2 bilhão em ações emergenciais voltadas para a defesa civil.

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