Trabuco agiu na contramão do movimento anti-Dilma

Presidente do Bradesco foi um dos primeiros a observar que a crise por que passa o País é "mais política do que econômica" e fazer um apelo para que se separasse o "ego pessoal do que é melhor para o País", em um provável disparo contra Aécio Neves e Eduardo Cunha; depois dele, as federações da indústria de São Paulo e Rio pediram a preservação da "estabilidade institucional"

Presidente do Bradesco foi um dos primeiros a observar que a crise por que passa o País é "mais política do que econômica" e fazer um apelo para que se separasse o "ego pessoal do que é melhor para o País", em um provável disparo contra Aécio Neves e Eduardo Cunha; depois dele, as federações da indústria de São Paulo e Rio pediram a preservação da "estabilidade institucional"
Presidente do Bradesco foi um dos primeiros a observar que a crise por que passa o País é "mais política do que econômica" e fazer um apelo para que se separasse o "ego pessoal do que é melhor para o País", em um provável disparo contra Aécio Neves e Eduardo Cunha; depois dele, as federações da indústria de São Paulo e Rio pediram a preservação da "estabilidade institucional" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, foi um dos primeiros a observar que a crise pela qual vive o Brasil é "mais política do que econômica" e a ressaltar que "ter grandeza é separar o ego pessoal do que é melhor para o País".

As declarações foram, provavelmente, disparos contra o presidente do PSDB e senador Aécio Neves (MG), que prega novas eleições, e ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vem colocando em pauta na Casa medidas que prejudicam o andamento do País. Para Trabuco, a consequência da crise é o abalo da "confiança no País e retarda a retomada do crescimento".

Conforme aponta o colunista Mauricio Dias, de Carta Capital, o mesmo posicionamento viria depois a ser defendido em nota pelas federações das indústrias de São Paulo e do Rio de Janeiro, em defesa do vice-presidente, Michel Temer, que pregou a "estabilidade institucional" do Brasil.

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