Tucano, Mendonção prega voto de confiança na economia

O ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros afirma que o mercado financeiro erra grosseiramente ao não acreditar no ajuste fiscal de Joaquim Levy e nas sinalizações do Comitê de Política Monetária, presidido por Alexandre Tombini; "quando a política entra no cenário econômico, o radar da grande maioria dos analistas e especuladores é tomado por ondas de interferências que levam todos a erros gravíssimos", diz ele

O ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros afirma que o mercado financeiro erra grosseiramente ao não acreditar no ajuste fiscal de Joaquim Levy e nas sinalizações do Comitê de Política Monetária, presidido por Alexandre Tombini; "quando a política entra no cenário econômico, o radar da grande maioria dos analistas e especuladores é tomado por ondas de interferências que levam todos a erros gravíssimos", diz ele
O ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros afirma que o mercado financeiro erra grosseiramente ao não acreditar no ajuste fiscal de Joaquim Levy e nas sinalizações do Comitê de Política Monetária, presidido por Alexandre Tombini; "quando a política entra no cenário econômico, o radar da grande maioria dos analistas e especuladores é tomado por ondas de interferências que levam todos a erros gravíssimos", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)
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247 - O economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro do Desenvolvimento e das Comunicações no governo FHC, afirma que os analistas de mercado estão cometendo erros gravíssimos na análise da política econômica atual.

Na coluna O mercado financeiro e a política, ele afirma que "o mercado repete agora o mesmo ceticismo de 2002, mas Meirelles [Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central] ficou 8 anos e manteve a inflação na meta.

"Mais uma vez, quando a política entra no cenário econômico, o radar da grande maioria dos analistas e especuladores é tomado por ondas de interferências que levam todos a erros gravíssimos. A mudança na equipe econômica de Dilma reflete com grande grau de certeza a leitura de que não dá para repetir os erros do primeiro mandato", diz ele.

"Eu acredito que a equipe do novo ministro da Fazenda terá condições de fazer um ajuste fiscal razoável entre 2015 e 2016, o que – ao lado do ajuste recessivo já em andamento – fará com que a posição de hoje do Copom seja vista no futuro com mais humor dos mercados e com maior respeito e correção dos analistas de plantão."

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