Vendido por ninharia, petróleo do pré-sal vira vedete internacional

Apetite das petroleiras internacionais em explorar o pré-sal brasileiro, que vem sendo vendido a preço de banana pelo governo Michel Temer, é mais que justificado em função da competitividade; petróleo explorado nestas camadas tem o barril cotado entre US$ 30 e US$ 40, valor equivalente ao extraído em poços de áreas tradicionais, como o Oriente Médio, onde o preço do barril varia dentre US$ 20 e US$ 40; detalhe: um único poço do pré-sal pode produzir até 40 mil barris dias, equivalente a muitos campos inteiros do pós-sal

plataforma de petroleo
plataforma de petroleo (Foto: Paulo Emílio)

247 - O apetite das petroleiras internacionais em explorar o pré-sal brasileiro, que vem sendo vendido a preço de banana pelo governo Michel Temer, é mais que justificado em função da competitividade. O petróleo explorado nestas camadas tem o barril cotado entre US$ 30 e US$ 40, valor equivalente ao extraído em poços de áreas tradicionais, como o Oriente Médio, onde o preço do barril varia dentre US$ 20 e US$ 40. O detalhe é que um único poço do pré-sal pode produzir até 40 mil barris dias, equivalente a muitos campos inteiros do pós-sal.

De olho neste potencial, a expectativa é que ao menos 14 petroleiras multinacionais participem do próximo leilão de oito áreas da camada do pré-sal, localizadas entre Santa Catarina e o Espírito Santo. O leilão está marcado para o próximo dia 27. Em entrevista ao jornal O estado de São Paulo, o professor de Economia da Energia da UFRJ e ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) Helder Queiroz destaca que desde a sua descoberta, em 2006, o pré-sal brasileiro aumentou em 30% a sua produtividade acima das projeções para o período.

Atualmente, são extraídos cerca de 1,5 milhão de barris, correspondente a mais da metade da produção total do Brasil.

Leia a íntegra da matéria da agência Estado. 

 

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