Vicente Nunes: mercado vai “pirar” se Meirelles perder na definição da meta

Segundo o colunista econômico Vicente Nunes, do Correio Braziliense, a definição da meta fiscal de 2017 dará a real dimensão do poder do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; "Qualquer projeção de deficit acima de R$ 150 bilhões será visto como derrota do chefe da equipe econômica", avisa Vicente; segundo ele, o mercado não digeriu bem a afirmação do ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, de que seria "ótimo" o governo repetir, em 2017, o rombo de R$ 170,5 bilhões

Segundo o colunista econômico Vicente Nunes, do Correio Braziliense, a definição da meta fiscal de 2017 dará a real dimensão do poder do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; "Qualquer projeção de deficit acima de R$ 150 bilhões será visto como derrota do chefe da equipe econômica", avisa Vicente; segundo ele, o mercado não digeriu bem a afirmação do ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, de que seria "ótimo" o governo repetir, em 2017, o rombo de R$ 170,5 bilhões
Segundo o colunista econômico Vicente Nunes, do Correio Braziliense, a definição da meta fiscal de 2017 dará a real dimensão do poder do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; "Qualquer projeção de deficit acima de R$ 150 bilhões será visto como derrota do chefe da equipe econômica", avisa Vicente; segundo ele, o mercado não digeriu bem a afirmação do ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, de que seria "ótimo" o governo repetir, em 2017, o rombo de R$ 170,5 bilhões (Foto: Aquiles Lins)

247 - Colunista econômico Vicente Nunes, do Correio Braziliense, afirmou nesta terça-feira, 5, que a definição da meta fiscal de 2017 dará a real dimensão do poder do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

"Qualquer projeção de deficit acima de R$ 150 bilhões será visto como derrota do chefe da equipe econômica", avisa Vicente, acrescentando que o mercado não digeriu bem a afirmação do ministro Eliseu Padilha, da Casa Civil, de que seria "ótimo" o governo repetir, em 2017, o rombo de R$ 170,5 bilhões de 2016 (leia mais).

"Para operadores, se prevalecer a posição da ala política, o 'mercado vai pirar'. Vai entender que o compromisso com o ajuste fiscal vendido pelo presidente interino, Michel Temer, era pura propaganda de marketing", disse Vicente.

"A equipe econômica admite que a situação das contas públicas é dramática, muito pior do que tudo o que se imaginava. Contudo, isso não justifica o governo repetir, no ano que vem, o deficit absurdo de 2016", completou. 

Leia na íntegra o comentário de Vicente Nunes. 

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