Zoom, Netflix e outras ações desabam em dia de euforia com vacina contra Covid. Entenda por quê

Enquanto a maioria das pessoas comemora a possibilidade de sair de casa sem culpa e sem preocupação, algumas empresas estão preocupadas com o impacto que o retorno ao antigo normal trará aos negócios

(Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration)
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Infomoney - Os investidores mundo afora acordaram eufóricos nesta segunda-feira (9) com a notícia de que a vacina contra o coronavírus desenvolvida pela Pfizer e pela BioNTech teve 90% de eficácia nos testes (veja mais aqui). Os índices acionários dos Estados Unidos, Dow Jones e S&P 500 dispararam 2,95% e 1,17% respectivamente.

Contudo, enquanto a maioria das pessoas comemora a possibilidade de sair de casa sem culpa e sem preocupação, algumas empresas estão preocupadas com o impacto que o retorno ao antigo normal trará aos negócios.

Um dos maiores exemplos de sucesso durante a pandemia foi a companhia de videoconferências Zoom, que possibilitou reuniões de negócios em época de home-office e que amigos se vissem e conversassem sem precisar quebrar as regras de isolamento social.

Nesta segunda-feira, os papéis da Zoom desabaram 17,37% na Nasdaq, a US$ 413,24. Do início do ano até a máxima, batida em 19 de outubro, a ação da Zoom chegou a registrar uma valorização de 727% em 2020.

Junto com a Zoom, caíram 14,71%, a US$ 197,60, as ações da Docusign, app de assinatura digital e algumas das gigantes de tecnologia da Nasdaq.

Uma delas é a Netflix, com baixa de 8,59% (US$ 470,50), que também se beneficiou do maior tempo que as pessoas passaram em casa nos últimos meses, levando o número de assinantes de seu serviço baterem recorde histórico recentemente. Os papéis da empresa de streaming de filmes e séries caem 7,03% hoje depois de praticamente dobrarem de valor do início de março até meados de outubro.

A Wayfair, companhia de e-commerce que também ganhou notoriedade durante os períodos mais de maior pânico com a Covid-19, viu suas ações se desvalorizarem 21,85%, a US$ 235,33.

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