Os jogadores da seleção nunca estiveram preocupados com o impacto da Copa América no Brasil, diz Juca Kfouri

“Eles estão preocupados, como sempre, com os próprios umbigos, e não mais do que isso, com raríssimas exceções, infelizmente”, disse à TV 247 o jornalista esportivo. Assista

Juca Kfouri
Juca Kfouri (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | ABr)
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247 - O jornalista esportivo Juca Kfouri, em entrevista à TV 247, afirmou que, ao contrário do que se ventilou na imprensa, os jogadores da seleção brasileira nunca estiveram preocupados com os possíveis impactos que a Copa América poderia causar no Brasil durante a pandemia de Covid-19. Nas últimas semanas muito falou-se sobre um eventual boicote dos atletas ao torneio, que foi trazido ao Brasil graças a Jair Bolsonaro e ao presidente afastado da CBF, Rogério Caboclo, acusado de cometer assédio sexual contra uma funcionária.

“Essa crise é muito mais uma crise de vaidades entre jogadores e agora o presidente afastado da CBF, Rogério Caboclo, do que a crise política que em determinado momento aparentou ser”, manifestou o jornalista. 

“Infelizmente a experiência me fez não acreditar, em nenhum momento, que os jogadores brasileiros fossem se comover com a crise sanitária que o país atravessa e se recusar a jogar a Copa América. Se assim fosse, eles não teriam aceitado ir jogar a Copa América na Argentina, que é o que estava previsto inicialmente. A Argentina também vive um problema sanitário, não tão grave e sem a irresponsabilidade que nos carimba neste momento, mas está vivendo a tal ponto uma crise sanitária que desistiu de receber a Copa América. Os jogadores brasileiros não estão preocupados com eventuais novas cepas que nove delegações vindas de fora possam trazer ao país. Eles estão preocupados, como sempre, com os próprios umbigos, e não mais do que isso, com raríssimas exceções, infelizmente”, disse Kfouri.

Na visão do experiente jornalista esportivo, os jogadores ameaçaram se rebelar contra a Copa América porque não gostaram de ser tratados por Caboclo como “empregadinhos da CBF”.

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