10 mil pessoas farão marcha até o TRF-4 para julgamento de Lula

A partir de segunda-feira, 10 mil integrantes de movimentos sociais são esperados na região do TRF-4, em Porto Alegre, para o julgamento do ex-presidente Lula; milhares de pessoas são esperadas para uma marcha que irá até o local do acampamento. A concentração deve acontecer nos arredores da sede do tribunal na capital gaúcha; entre os movimentos presentes estarão a Frente Brasil Popular o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, cujo líder, João Pedro Stédile, deve participar da manifestação; Secretaria de Segurança Pública informou que a área do tribunal será isolada

Abertura da caravana Lula por Minas Gerais, em Ipatinga. Em defesa da Soberania Nacional. #LulaPeloBrasil #LulaPorMinasGerais Foto Ricardo Stuckert
Abertura da caravana Lula por Minas Gerais, em Ipatinga. Em defesa da Soberania Nacional. #LulaPeloBrasil #LulaPorMinasGerais Foto Ricardo Stuckert (Foto: Paulo Emílio)
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Sputnik - A partir de segunda-feira, 10 mil integrantes de movimentos sociais são esperados na região do TRF-4 em Porto Alegre, durante o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As milhares de pessoas são esperadas para uma marcha que irá até o local do acampamento. A concentração deve acontecer nos arredores da sede do tribunal na capital gaúcha, segundo informa a Folha de São Paulo.

Na segunda-feira (22), os manifestantes farão uma marcha saindo da BR-116, nas proximidade do local, e caminharão 2km até o área onde irão estabelecer o acampamento.

Entre os movimentos presentes estarão a Frente Brasil Popular o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, cujo líder, João Pedro Stédile, deve participar da manifestação.

A secretaria de Segurança Pública da cidade informou que a área do tribunal será isolada, incluindo o perímetro do Parque da Harmonia, onde se esperava que o acampamento fosse acontecer inicialmente.

No mesmo mês, o prefeito de Porto Alegre chegou a solicitar ao governo federal que enviasse tropas do Exército e da Força Nacional à cidade. O pedido, porém, foi negado pelo Ministro da Defesa, Raul Jungmann.

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