A derrota final de Paulo: IPTU terá só a inflação

Prefeito mais impopular das últimas décadas, petista é abandonado pela sua base na Câmara Municipal e parte para terminar seu mandato melancolicamente; isolado e com a gestão afundada em dívidas, já começa mesmo a perder auxiliares próximos, a exemplo do ex-prefeito Pedro Wilson (PT), que abandonou o barco ao demitir-se da Amma; acusado de intransigência no relacionamento com a Câmara, conseguiu brigar com três vereadores do PT (Djalma Araújo, hoje no SDD, Tayrone e Felizberto); depois de tentar reajustar o IPTU de forma abusiva e ver todas as tentativas irem por água abaixo, prefeito terá que se contentar só com aumento baseado no índice inflacionário

Prefeito mais impopular das últimas décadas, petista é abandonado pela sua base na Câmara Municipal e parte para terminar seu mandato melancolicamente; isolado e com a gestão afundada em dívidas, já começa mesmo a perder auxiliares próximos, a exemplo do ex-prefeito Pedro Wilson (PT), que abandonou o barco ao demitir-se da Amma; acusado de intransigência no relacionamento com a Câmara, conseguiu brigar com três vereadores do PT (Djalma Araújo, hoje no SDD, Tayrone e Felizberto); depois de tentar reajustar o IPTU de forma abusiva e ver todas as tentativas irem por água abaixo, prefeito terá que se contentar só com aumento baseado no índice inflacionário
Prefeito mais impopular das últimas décadas, petista é abandonado pela sua base na Câmara Municipal e parte para terminar seu mandato melancolicamente; isolado e com a gestão afundada em dívidas, já começa mesmo a perder auxiliares próximos, a exemplo do ex-prefeito Pedro Wilson (PT), que abandonou o barco ao demitir-se da Amma; acusado de intransigência no relacionamento com a Câmara, conseguiu brigar com três vereadores do PT (Djalma Araújo, hoje no SDD, Tayrone e Felizberto); depois de tentar reajustar o IPTU de forma abusiva e ver todas as tentativas irem por água abaixo, prefeito terá que se contentar só com aumento baseado no índice inflacionário (Foto: José Barbacena)
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Goiás247 - A última cartada de Paulo Garcia (PT), dada na manhã de hoje, fracassou. O novo líder do prefeito na Câmara Municipal, o vereador Carlos Soares (PT), irmão de Delúbio Soares, tentou emplacar um projeto de lei que aumentaria o valor do IPTU/ITU da Capital variando entre 20% e 80%.

O objetivo da prefeitura e de Carlos Soares era acelerar a discussão e votar a matéria hoje. Mas, os vereadores de oposição e até mesmo os da base de Paulo Garcia quiseram discutir o texto, dando mostra de que o projeto não seria aprovado na marra.

Os vereadores se reuniram e mais uma vez Paulo Garcia saiu derrotado. A grande maioria dos vereadores rejeitou a proposta. Para que o imposto seja reajustado e os novos valores passem a valer em 2015, o projeto precisa ser aprovado até o dia 20. Diante de pouco tempo e do cenário de instabilidade que tomou conta da base de petista, resta ao prefeito se contentar com o reajuste inflacionário, algo em torno de 8%.

A derrota no IPTU é só mais um revés no currículo de problemas de Paulo Garcia. Sua gestão a partir de 2012 está sendo escrita pelas crises: a do lixo, a financeira, a inundação do Túnel Jaime Câmara, o descontentamento dos vereadores aliados e a reprovação da sociedade.

Pesquisa Grupom mostra que Paulo é rejeitado por 85% dos goianienses. Três vereadores do PT romperam com o prefeito nos últimos meses: Djalma Araújo, que hoje está no Solidariedade, Tayrone di Martino e Felizberto Tavares. Petista histórico, o ex-prefeito Pedro Wilson entregou seu cargo como presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente.

Outra que entregou o cargo ontem foi Célia Valadão (PMDB). Cansada das críticas por sempre tentar defender o prefeito, a vereadora não quis mais ser a líder de Paulo Garcia na Câmara Municipal.

E pode pintar mais abandono. O PMDB não quer chegar em 2016 com a imagem atrelada ao fracasso administrativo de Paulo. Sob a desculpa de que não tem o espaço merecido na administração, o partido de Iris Rezende começa a preparar o rompimento com Paulo Garcia.

 

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