A repercussão do apoio de JB a Edvaldo Nogueira

Há uma articulação, por parte de adversários, ex-aliados (e até um certo "fogo-amigo") contra a coligação PC do B-PT-PMDB em Aracaju, cujos cabeças de chapa são Edvaldo Nogueira (pré-candidato a prefeito) e Eliane Aquino (que será a vice), apoiados pelo governador Jackson Barreto; existe uma movimentação, sobretudo em sites, blogs e redes sociais, para criar uma ideia falsa de que a aliança não é legítima e não tem densidade eleitoral; a insistência de certos "analistas" de desmerecer a união deixa transparecer justamente o contrário; a chapa é forte, tem consistência e incomoda muito

Há uma articulação, por parte de adversários, ex-aliados (e até um certo "fogo-amigo") contra a coligação PC do B-PT-PMDB em Aracaju, cujos cabeças de chapa são Edvaldo Nogueira (pré-candidato a prefeito) e Eliane Aquino (que será a vice), apoiados pelo governador Jackson Barreto; existe uma movimentação, sobretudo em sites, blogs e redes sociais, para criar uma ideia falsa de que a aliança não é legítima e não tem densidade eleitoral; a insistência de certos "analistas" de desmerecer a união deixa transparecer justamente o contrário; a chapa é forte, tem consistência e incomoda muito
Há uma articulação, por parte de adversários, ex-aliados (e até um certo "fogo-amigo") contra a coligação PC do B-PT-PMDB em Aracaju, cujos cabeças de chapa são Edvaldo Nogueira (pré-candidato a prefeito) e Eliane Aquino (que será a vice), apoiados pelo governador Jackson Barreto; existe uma movimentação, sobretudo em sites, blogs e redes sociais, para criar uma ideia falsa de que a aliança não é legítima e não tem densidade eleitoral; a insistência de certos "analistas" de desmerecer a união deixa transparecer justamente o contrário; a chapa é forte, tem consistência e incomoda muito (Foto: Valter Lima)
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Valter Lima, do Sergipe 247 - Há uma articulação, por parte de adversários, ex-aliados (e até um certo "fogo-amigo") contra a coligação PC do B-PT-PMDB em Aracaju, cujos cabeças de chapa são Edvaldo Nogueira (pré-candidato a prefeito) e Eliane Aquino (que será a vice), apoiados pelo governador Jackson Barreto.

Desde que JB anunciou, na semana passada, o apoio a Edvaldo que há uma movimentação, sobretudo em sites, blogs e redes sociais, para criar uma ideia falsa de que a aliança não é legítima e não tem densidade eleitoral.

A insistência de certos "analistas" de desmerecer a união deixa transparecer justamente o contrário. A chapa é forte, tem consistência e incomoda muito.

As pesquisas internas provam isso: Edvaldo tem sido muito bem citado nas sondagens; é o nome com mais capacidade de crescimento, dada a sua baixa rejeição, e abre distância considerável dos outros pré-candidatos quando é apresentado ao eleitor ao lado de Eliane Aquino, a viúva de Marcelo Déda.

Ou seja, embora "análises" tentem relacioná-lo de forma negativa ao PT, na intenção de colar nele uma rejeição supostamente alta a nomes nacionais do partido, a aliança com o PT sergipano, através de Eliane, não provoca o estrago desejado.

Já em relação ao apoio do governador Jackson Barreto, cortejado até recentemente por todas as lideranças (inclusive pelo prefeito João Alves Filho, via Robson Viana), tenta-se agora desmerecer o apoio dado a Edvaldo por conta das questões que envolveram as disputas nacionais, mesmo JB tendo se colocado publicamente, reiteradas vezes, contra o impeachment, mesma posição do ex-prefeito.

Como nada disso tem funcionado a contento, a mais nova falácia contra a aliança PCdoB-PT-PMDB é tentar criar constrangimento ao vincular o apoio eleitoral deste ano ao pleito de 2018. Também não tem sentido. Jackson e Edvaldo, eles próprios, falaram na coletiva de imprensa, na semana passada, sobre a intenção de manter a unidade do grupo com vistas à eleição deste ano e a disputas futuras. A transparência dos discursos deles é bem diferente do posicionamento de outras lideranças e siglas, que fingem ser adversárias, mas cujos acordos já estão montados. Às escondidas.

Embora haja uma certa migração de outras siglas, que já estiveram ao lado de JB, de Edvaldo e do PT, em prol de outras candidaturas, o núcleo central não se desvincula há mais de uma década, alcançando vitórias, como a reeleição de Déda a prefeito e sua posterior vitória na corrida pelo governo estadual, a eleição de Edvaldo em 2008, a reeleição de Déda em 2010 e a acachapante vitória de Jackson em 2014. Deve ser esse histórico que está incomodando tanto os adversários de agora.

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