Abordagem nos Jardins tem de ser diferente da periferia, diz novo comandante da Rota

Tenente-coronel Ricardo Augusto Nascimento de Mello Araújo, de 46 anos, que tem sob seu comando cerca de 700 homens da tropa de elite da Polícia Militar de São Paulo desde o dia 4 de agosto, afirmou que os PMs que atuam na região nobre e na periferia de São Paulo adotam abordagens diferentes; "É uma outra realidade. São pessoas diferentes que transitam por lá. A forma dele abordar tem que ser diferente", revelou

Tenente-coronel Ricardo Augusto Nascimento de Mello Araújo, de 46 anos, que tem sob seu comando cerca de 700 homens da tropa de elite da Polícia Militar de São Paulo desde o dia 4 de agosto, afirmou que os PMs que atuam na região nobre e na periferia de São Paulo adotam abordagens diferentes; "É uma outra realidade. São pessoas diferentes que transitam por lá. A forma dele abordar tem que ser diferente", revelou
Tenente-coronel Ricardo Augusto Nascimento de Mello Araújo, de 46 anos, que tem sob seu comando cerca de 700 homens da tropa de elite da Polícia Militar de São Paulo desde o dia 4 de agosto, afirmou que os PMs que atuam na região nobre e na periferia de São Paulo adotam abordagens diferentes; "É uma outra realidade. São pessoas diferentes que transitam por lá. A forma dele abordar tem que ser diferente", revelou (Foto: Gisele Federicce)
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SP 247 – O novo comandante da Rota, a tropa de elite da Polícia Militar de São Paulo, afirmou em entrevista ao portal UOL que seus homens têm de usar abordagens diferentes na região mais rica de São Paulo e na periferia.

"É uma outra realidade. São pessoas diferentes que transitam por lá. A forma dele abordar tem que ser diferente", disse o tenente-coronel Ricardo Augusto Nascimento de Mello Araújo, de 46 anos, que tem sob seu comando cerca de 700 homens da Rota desde o dia 4 de agosto.

"A forma dele abordar tem que ser diferente. Se ele [policial] for abordar uma pessoa [na periferia], da mesma forma que ele for abordar uma pessoa aqui nos Jardins [região nobre de São Paulo], ele vai ter dificuldade. Ele não vai ser respeitado", completou.

"Da mesma forma, se eu coloco um [policial] da periferia para lidar, falar com a mesma forma, com a mesma linguagem que uma pessoa da periferia fala aqui no Jardins, ele pode estar sendo grosseiro com uma pessoa do Jardins que está ali, andando", disse ainda.

Mello Araújo vem de uma família de policiais militares e diz estar na Rota "por idealismo". Confira aqui a íntegra da entrevista.

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