Acieg desmente ‘fake news’ sobre pesquisa

“Condenamos veementemente o uso do nome da entidade com o intuito de confundir a opinião pública por meio de pesquisas falsas, não contratadas ou feitas por nós”, destaca a nota assinada pelo presidente Euclides Barbo Siqueira; na nota, a Acieg também enfatiza que qualquer tipo de pesquisa eleitoral contratada pela associação “será amplamente e devidamente divulgada pela entidade em seus meios de comunicação oficiais. Seguimos firmes no respeito à democracia e ao debate político em Goiás e no Brasil”, diz a nota; na pesquisa falsa, Caiado apareceu liderando a corrida para o governo com 54%

“Condenamos veementemente o uso do nome da entidade com o intuito de confundir a opinião pública por meio de pesquisas falsas, não contratadas ou feitas por nós”, destaca a nota assinada pelo presidente Euclides Barbo Siqueira; na nota, a Acieg também enfatiza que qualquer tipo de pesquisa eleitoral contratada pela associação “será amplamente e devidamente divulgada pela entidade em seus meios de comunicação oficiais. Seguimos firmes no respeito à democracia e ao debate político em Goiás e no Brasil”, diz a nota; na pesquisa falsa, Caiado apareceu liderando a corrida para o governo com 54%
“Condenamos veementemente o uso do nome da entidade com o intuito de confundir a opinião pública por meio de pesquisas falsas, não contratadas ou feitas por nós”, destaca a nota assinada pelo presidente Euclides Barbo Siqueira; na nota, a Acieg também enfatiza que qualquer tipo de pesquisa eleitoral contratada pela associação “será amplamente e devidamente divulgada pela entidade em seus meios de comunicação oficiais. Seguimos firmes no respeito à democracia e ao debate político em Goiás e no Brasil”, diz a nota; na pesquisa falsa, Caiado apareceu liderando a corrida para o governo com 54% (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - Considerada uma das principais preocupações da Polícia Federal para as eleições deste ano em todo País, a proliferação de ‘fake news’ (textos falsos disseminados como notícias verdadeiras em redes sociais) já começou em Goiás. A primeira vítima desse tipo de prática criminosa foi a Associação Comercial e Industrial de Goiás (Acieg), que divulgou nota na quinta-feira (29) desmentindo e condenando o uso do nome da entidade sobre a suposta contratação e publicação de uma pesquisa de intensões de voto a governador e senador.

“Condenamos veementemente o uso do nome da entidade com o intuito de confundir a opinião pública por meio de pesquisas falsas, não contratadas ou feitas por nós”, destaca a nota assinada pelo presidente Euclides Barbo Siqueira. Na nota, a Acieg também enfatiza que qualquer tipo de pesquisa eleitoral contratada pela associação “será amplamente e devidamente divulgada pela entidade em seus meios de comunicação oficiais. Seguimos firmes no respeito à democracia e ao debate político em Goiás e no Brasil”, diz a nota (Leia abaixo).

Além da Acieg, a prática criminosa também envolveu os nomes do instituto de pesquisa Serpes, do jornal O Popular e até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Chegaram a espalhar nas redes sociais a cópia falsa de um registro de pesquisa no site do TSE, com número de registro, data de divulgação (28 de março), nome da empresa contratada (Serpes) e da contratante, no caso a Associação Comercial e Industrial de Goiás.

Combate

No início deste ano, a PF anunciou em Brasília a formação de um grupo de trabalho para tentar frear a divulgação de notícias falsas. A equipe é composta também por técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da Procuradoria Geral da República (PGR). No mês passado, uma equipe do FBI passou a ajudar a Polícia Federal na montagem de um modelo de combate às fake news, com um conjunto de normas com punições em relação à disseminação de informações falsas.

Mesmo sem ainda ter uma legislação específica, alguns casos já começam a ser resolvidos. No Espírito Santo, por exemplo, um empresário foi indiciado por espalhar, em 2014, uma pesquisa eleitoral falsa na internet. O inquérito foi fechado em 5 de julho de 2017. Agora, cabe ao Ministério Público Eleitoral (MPE) oferecer ou não denúncia contra o empresário.

Notícia falsa surge em momento de tensão no MDB

A proliferação desse tipo de ‘fake news’ ocorre no momento que aumentaram as tensões dentro do MDB. Um ala dissidente do partido – composta por cinco prefeitos de cidades importante da legenda em Goiás – defende o apoio à pré-candidatura do senador Ronaldo Caiado, presidente estadual do DEM. Na semana passada, (quarta-feira, 21/03), esse grupo chegou a promover em Goiânia, na Assembleia Legislativa, um evento pró Caiado, que contou com a presença do próprio democrata.

Dentro do MDB, a avaliação é de que a proliferação dessas falsas notícias tem o objetivo de enfraquecer ainda mais a pré-candidatura do deputado federal e presidente estadual da sigla, Daniel Vilela, que ganhou uma sobrevida com a declaração de apoio do prefeito de Goiânia, Iris Rezende. As postagens destacam o avanço do senador do DEM na falsa pesquisa.

 

COMUNICADO OFICIAL DA ACIEG

Informamos que a Acieg está participando ativamente das discussões políticas este ano, convidando e debatendo com os principais atores da política regional e nacional. Inclusive, fizemos no final do ano passado uma pesquisa Serpes para análise do cenário político atual em Goiás.

Entendemos ser normal no jogo político o acirramento dos ânimos dos adversários, entretanto condenamos veementemente o uso do nome da entidade com o intuito de confundir a opinião pública por meio de pesquisas falsas, não contratadas ou feitas por nós.

Caso a Acieg faça qualquer tipo de pesquisa eleitoral, esta será amplamente e devidamente divulgada pela entidade em seus meios de comunicação oficiais.

Seguimos firmes no respeito à democracia e ao debate político em Goiás e no Brasil.

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