ACM: 'ou o PT muda ou não sei o que vai acontecer'

A oposição caiu em cima do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, por causa de sua declaração de que o "o PT se lambuzou" no poder; nesta quarta-feira, o prefeito de Salvador, ACM Neto, avaliou que a declaração "é o primeiro sinal de autocrítica" do partido; "Isso pode dar condições para a presidente Dilma colocar o Brasil no eixo. Ou o PT muda e permite que o governo conduza uma mudança ou não sei o que vai acontecer. Se ela [Dilma] passar pelo impedimento, tem que ser feita essa autocrítica", disse o democrata

A oposição caiu em cima do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, por causa de sua declaração de que o "o PT se lambuzou" no poder; nesta quarta-feira, o prefeito de Salvador, ACM Neto, avaliou que a declaração "é o primeiro sinal de autocrítica" do partido; "Isso pode dar condições para a presidente Dilma colocar o Brasil no eixo. Ou o PT muda e permite que o governo conduza uma mudança ou não sei o que vai acontecer. Se ela [Dilma] passar pelo impedimento, tem que ser feita essa autocrítica", disse o democrata
A oposição caiu em cima do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, por causa de sua declaração de que o "o PT se lambuzou" no poder; nesta quarta-feira, o prefeito de Salvador, ACM Neto, avaliou que a declaração "é o primeiro sinal de autocrítica" do partido; "Isso pode dar condições para a presidente Dilma colocar o Brasil no eixo. Ou o PT muda e permite que o governo conduza uma mudança ou não sei o que vai acontecer. Se ela [Dilma] passar pelo impedimento, tem que ser feita essa autocrítica", disse o democrata (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - A oposição caiu em cima do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, por causa de sua declaração de que o "o PT se lambuzou" no poder. Em entrevista à rádio Metrópole nesta quarta-feira (6), o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), avaliou que a declaração do ex-governador da Bahia "é o primeiro sinal de autocrítica" do partido.

O democrata afirmou ainda que "isso pode dar condições para a presidente Dilma colocar o Brasil no eixo".

"Ou o PT muda e permite que o governo conduza uma mudança ou não sei o que vai acontecer. Se ela [Dilma] passar pelo impedimento, tem que ser feita essa autocrítica", afirmou ACM.

O prefeito aproveitou a oportunidade ainda para criticar a presidente Dilma Rousseff pela 'morosidade' na liberação de recursos para execução do projeto do BRT (Bus Rapid Transit) de Salvador. 

"A presidente não foi capaz de dar um miníma palavra sobre isso. Pedi uma audiência em janeiro no Ministério das Cidades. Vamos fracionar a execução com termos que se adequem às condições do governo. Isso só depende do financiamento dado pelo Ministério das Cidades".

ACM diz já ver "perseguição política". "Estou começando a achar que isso é perseguição política. Na hora em que o governo precisou de mim para aprovar a reforma fiscal, eu não fiz perseguição com Dilma e nem com o governo".

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