Acrônimo: PF indicia Pimentel e Marcelo Odebrecht

A Polícia Federal indiciou o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e o empresário Marcelo Odebrecht por corrupção; as investigações fazem parte da Operação Acrônimo; as conclusões do inquérito serão enviadas à Procuradoria-Geral da República (PGR), que decidirá se oferece mais uma denúncia contra o petista e o empreiteiro

A Polícia Federal indiciou o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e o empresário Marcelo Odebrecht por corrupção; as investigações fazem parte da Operação Acrônimo; as conclusões do inquérito serão enviadas à Procuradoria-Geral da República (PGR), que decidirá se oferece mais uma denúncia contra o petista e o empreiteiro
A Polícia Federal indiciou o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e o empresário Marcelo Odebrecht por corrupção; as investigações fazem parte da Operação Acrônimo; as conclusões do inquérito serão enviadas à Procuradoria-Geral da República (PGR), que decidirá se oferece mais uma denúncia contra o petista e o empreiteiro (Foto: Gisele Federicce)

Minas 247 - A Polícia Federal indiciou o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), e o empresário Marcelo Odebrecht por corrupção em esquema para liberar financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à empreiteira. As conclusões do inquérito serão enviadas à Procuradoria-Geral da República (PGR), que decidirá se oferece mais uma denúncia contra o petista e o empreiteiro. Ambos são alvos da Operação Acrônimo.

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Herman Benjamim autorizou o indiciamento do governador, que tem foro privilegiado. Segundo as investigações, Pimentel recebeu vantagens indevidas para facilitar a liberação de financiamentos do BNDES a projetos da Odebrecht em Moçambique e na Argentina.

A PF também indiciou Pedro Augusto, apontado como laranja do esquema, por corrupção passiva, e outro empresário da Odebrecht, João Carlos Nogueira, por corrupção ativa.

A Odebrecht informou por meio da assessoria que não vai se manifestar, segundo relato da Coluna do Estadão. Pimentel já negou irregularidades.

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