Acusação começa a ruir, diz defesa de Nuzman

Defesa do ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) Carlos Arthur Nuzman comentou a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que determinou a soltura do executivo; "A acusação contra Carlos Arthur Nuzman começa a ruir hoje e desmoronará diante da sua fragilidade e da sua manifesta inconsistência", comemorou o advogado Nélio Machado; "Jamais Carlos Arthur Nuzman desfrutou de qualquer benefício em razão de obras públicas, de empreendimentos de reformas de estádios. Isso, na realidade vem de uma visão onírica, de um sonho de uma fantasia fora da realidade, como a defesa disse desde a primeira hora e que comprovará de forma definitiva", acrescentou  

Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman - Audiência pública sobre o Legado Esportivo dos Jogos Olímpicos Data: 27/05/2015 - Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman - Audiência pública sobre o Legado Esportivo dos Jogos Olímpicos Data: 27/05/2015 - Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados (Foto: Aquiles Lins)

247 - A defesa do ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) Carlos Arthur Nuzman comentou a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que determinou a soltura do executivo (leia mais). 

"A acusação contra Carlos Arthur Nuzman começa a ruir hoje e desmoronará diante da sua fragilidade e da sua manifesta inconsistência", comemorou o advogado Nélio Machado, que assina a defesa do juntamente com Guido Ferolla e João Francisco Neto. "Jamais Carlos Arthur Nuzman desfrutou de qualquer benefício em razão de obras públicas, de empreendimentos de reformas de estádios. Isso, na realidade vem de uma visão onírica, de um sonho de uma fantasia fora da realidade, como a defesa disse desde a primeira hora e que comprovará de forma definitiva", acrescentou Machado. 

Segundo o advogado de Nuzman, a sua prisão foi "precipitada e fora dos padrões do devido processo legal". "Além disso, a ilegalidade, por saltar aos olhos levou a que se superar-se o entendimento sumulado segundo o qual não é comum que o tribunal avance no juízo de valor para restabelecer a liberdade. Como a supressão da liberdade de Carlos Arthur Nuzman foi inteiramente desarrasuada, em razão da falta de tipicidade, e outras tantas acusações como fosse ele aliado do ex-governador com o propósito da realização de grandes obras e a partir dai obter comissões. Isso é quase uma sandice, atinge limites que beiram a leviandade", afirmou

Unanimidade

A decisão foi tomada pelos ministros Maria Thereza de Assis Moura, Sebastião Reis, Rogerio Schietti e Nefi Cordeiro, com um placar de 4 a 0. Eles aceitaram os argumentos do advogado João Francisco Neto, do escritório Nélio Machado Advogados, entendendo que a prisão de Nuzman era medida desproporcional em relação às imputações da denúncia. O ministro Antonio Saldanha não participou do julgamento.

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