Acusado de desobediência, Suíca diz que ‘o PT precisa ampliar o diálogo’

O vereador Luiz Carlos Suíca (PT) minimiza a polêmica em torno de seu nome pelo episódio da votação para presidência da Câmara Municipal; ele e o correligionário Moisés Rocha votaram no democrata Léo Prates; o problema é que no momento em que a sessão foi aberta, a vereadora Marta Rodrigues, também do PT, lançou sua candidatura; o PT abriu processo disciplinar contra os dois, e eles podem ser suspensos ou até expulsos da legenda; "De fato, o PT precisa ampliar o diálogo para ter consensos e a esquerda, sem dúvida, precisa marchar unida. Precisamos de mais diálogo interno no PT e com a esquerda", minimiza Suíca

O vereador Luiz Carlos Suíca (PT) minimiza a polêmica em torno de seu nome pelo episódio da votação para presidência da Câmara Municipal; ele e o correligionário Moisés Rocha votaram no democrata Léo Prates; o problema é que no momento em que a sessão foi aberta, a vereadora Marta Rodrigues, também do PT, lançou sua candidatura; o PT abriu processo disciplinar contra os dois, e eles podem ser suspensos ou até expulsos da legenda; "De fato, o PT precisa ampliar o diálogo para ter consensos e a esquerda, sem dúvida, precisa marchar unida. Precisamos de mais diálogo interno no PT e com a esquerda", minimiza Suíca
O vereador Luiz Carlos Suíca (PT) minimiza a polêmica em torno de seu nome pelo episódio da votação para presidência da Câmara Municipal; ele e o correligionário Moisés Rocha votaram no democrata Léo Prates; o problema é que no momento em que a sessão foi aberta, a vereadora Marta Rodrigues, também do PT, lançou sua candidatura; o PT abriu processo disciplinar contra os dois, e eles podem ser suspensos ou até expulsos da legenda; "De fato, o PT precisa ampliar o diálogo para ter consensos e a esquerda, sem dúvida, precisa marchar unida. Precisamos de mais diálogo interno no PT e com a esquerda", minimiza Suíca (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O vereador de Salvador Luiz Carlos Suíca (PT) minimiza a polêmica em torno de seu nome pelo episódio da votação para presidência da Câmara Municipal, na segunda-feira (2). Ele e o correligionário Moisés Rocha votaram no democrata Léo Prates (eleito para o biênio 2017-2018). O problema é que no momento em que a sessão foi aberta, a vereadora Marta Rodrigues, também do PT, lançou sua candidatura. Os dois vereadores dizem que só souberam da candidatura da correligionária naquele momento.

Em nota, Suíca disse que "a intenção agora é fortalecer o partido e debater propostas para Salvador". Para ele, momentos de crise como esse devem servir como exemplo, para que a sigla tenha mais unidade e consiga ampliar debates importantes para a cidade. "De fato, o PT precisa ampliar o diálogo para ter consensos e a esquerda, sem dúvida, precisa marchar unida. Precisamos de mais diálogo interno no PT e com a esquerda", diz o vereador.

Suíca destaca que a bancada do PT na Câmara Municipal "está dialogando para garantir entendimentos coletivos", e disse que em reunião entre os três ontem (5), eles "deliberaram consensualmente sobre como conduzir a bancada". "Estamos avançando na ideia de um rodízio na liderança e buscaremos uma certa periodicidade nas reuniões para evitar possíveis desentendimentos".

De acordo com Suíca, "é preciso que o partido, em todas as instâncias, dialogue mais". Ele lembra que terá um espaço importante nos dias 14 e 15 de janeiro, em Salvador, com o encontro estadual da tendência Esquerda Popular Socialista (EPS), da qual faz parte.

"Acho que todo o PT deve fazer gestos em prol de um melhor diálogo. Sendo assim, o PED [Processo de Eleição Direta] e o Congresso do PT poderão provocar mudanças significativas e queremos que, para o PT de Salvador, isso signifique uma nova forma de diálogo entre bancada, direção e filiados. Me parece que só assim poderemos fortalecer realmente o partido", diz o vereador.

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