Acusado de roubo e estupro de turista alemã em Jeri é condenado a dez anos de prisão

De acordo com os autos, os crimes ocorreram no dia 26 de dezembro de 2015, na Duna Pôr do Sol, em Jericoacoara. Durante a ação, Francisco Fagner Fernandes de Sousa subtraiu da vítima celular, câmera fotográfica e R$ 400 em dinheiro, e obrigou a turista a manter relação sexual sob ameaça de morte.  Também foi negado ao réu o direito de apelar em liberdade

De acordo com os autos, os crimes ocorreram no dia 26 de dezembro de 2015, na Duna Pôr do Sol, em Jericoacoara. Durante a ação, Francisco Fagner Fernandes de Sousa subtraiu da vítima celular, câmera fotográfica e R$ 400 em dinheiro, e obrigou a turista a manter relação sexual sob ameaça de morte.  Também foi negado ao réu o direito de apelar em liberdade
De acordo com os autos, os crimes ocorreram no dia 26 de dezembro de 2015, na Duna Pôr do Sol, em Jericoacoara. Durante a ação, Francisco Fagner Fernandes de Sousa subtraiu da vítima celular, câmera fotográfica e R$ 400 em dinheiro, e obrigou a turista a manter relação sexual sob ameaça de morte.  Também foi negado ao réu o direito de apelar em liberdade (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O juiz Silmar Lima Carvalho, da Comarca de Jijoca de Jericoacoara, condenou Francisco Fagner Fernandes de Sousa a dez anos de prisão pelo roubo e estupro de uma turista alemã, em 2015. O magistrado destacou na sentença que “restou claro que o ato foi praticado mediante grave ameaça”.

De acordo com os autos, os crimes ocorreram no dia 26 de dezembro de 2015, na Duna Pôr do Sol. Na época, o réu subtraiu da vítima celular, câmera fotográfica e R$ 400 em dinheiro. Ainda durante a ação, o acusado exigiu que a turista mantivesse relação sexual com ele sob ameaça de morte.

Ao julgar o caso, no último dia 9, o magistrado sentenciou Francisco Fagner a quatro anos de prisão, pelo roubo, e a seis anos pelo estupro. Além disso, foi negado ao réu o direito de apelar em liberdade, para a garantia da ordem pública. “Isso porque foram duas condenações de alta gravidade, além de responder a inúmeros outros processos, revelando alta periculosidade, sendo razoável e até previsível imaginar que se posto em liberdade voltar a delinquir”, destacou o juiz na decisão.

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