Adesões ao Simples nacional crescem 18,8% em GO

Balanço realizado pela Secretaria da Fazenda revela que, apesar da crise, em Goiás aumentou o número de empresas abertas com opção pelo regime do Simples Nacional; no final de 2017 foram registradas a abertura de 9.446 mil empresas enquadradas diretamente no regime especial, o que representou crescimento de 18,8% em relação a 2016, que contabilizou 7.951 mil; atualmente 83,6 mil empresas estão enquadradas nessa opção em Goiás

Balanço realizado pela Secretaria da Fazenda revela que, apesar da crise, em Goiás aumentou o número de empresas abertas com opção pelo regime do Simples Nacional; no final de 2017 foram registradas a abertura de 9.446 mil empresas enquadradas diretamente no regime especial, o que representou crescimento de 18,8% em relação a 2016, que contabilizou 7.951 mil; atualmente 83,6 mil empresas estão enquadradas nessa opção em Goiás
Balanço realizado pela Secretaria da Fazenda revela que, apesar da crise, em Goiás aumentou o número de empresas abertas com opção pelo regime do Simples Nacional; no final de 2017 foram registradas a abertura de 9.446 mil empresas enquadradas diretamente no regime especial, o que representou crescimento de 18,8% em relação a 2016, que contabilizou 7.951 mil; atualmente 83,6 mil empresas estão enquadradas nessa opção em Goiás (Foto: Voney Malta)

Goiás 247 - Balanço realizado pela Superintendência de Informações Fiscais, da Secretaria da Fazenda, revelou que, apesar da crise, em Goiás aumento o número de empresas abertas com opção pelo regime do Simples Nacional, que reduz a carga tributária e unifica e simplifica o recolhimento de impostos de empresas. No final de 2017 foram registradas a abertura de 9.446 mil empresas enquadradas diretamente no regime especial, isso representou crescimento de 18,8% em relação a 2016, que contabilizou 7.951 mil.

Atualmente 83,6 mil empresas estão enquadradas nessa opção em Goiás. O coordenador do Simples Nacional, da Sefaz, Norton Pinheiro, acredita há em tendência de crescimento no setor. "Não apenas aumentou o número de adesões, como também temos observado um volume maior de movimentação financeira, estamos com estudos em andamento sobre esse impacto", revelou.

As variações mais acentuadas foram nos setores de produção agropecuária que aumentou em 30,9% e do comércio atacadista e distribuidor, 23,7%. Contudo, o volume mais representativo continua sendo nos setores do comércio varejista, 1,2 mil novas adesões e prestação de serviços, 2 mil enquadramentos. A inclusão no Simples no ato de abertura da empresa pode ser feita durante todo o ano. Já a mudança de regime só pode ser realizada em janeiro de cada ano. Para 2018, a novidade é a mudança no teto de faturamento anual para aderir ao Simples que passou de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões ao ano.

 

Secretaria da Fazenda, revelou que, apesar da crise, em Goiás aumento o número de empresas abertas com opção pelo regime do Simples Nacional, que reduz a carga tributária e unifica e simplifica o recolhimento de impostos de empresas. No final de 2017 foram registradas a abertura de 9.446 mil empresas enquadradas diretamente no regime especial, isso representou crescimento de 18,8% em relação a 2016, que contabilizou 7.951 mil.

Atualmente 83,6 mil empresas estão enquadradas nessa opção em Goiás. O coordenador do Simples Nacional, da Sefaz, Norton Pinheiro, acredita há em tendência de crescimento no setor. “Não apenas aumentou o número de adesões, como também temos observado um volume maior de movimentação financeira, estamos com estudos em andamento sobre esse impacto”, revelou.

As variações mais acentuadas foram nos setores de produção agropecuária que aumentou em 30,9% e do comércio atacadista e distribuidor, 23,7%. Contudo, o volume mais representativo continua sendo nos setores do comércio varejista, 1,2 mil novas adesões e prestação de serviços, 2 mil enquadramentos. A inclusão no Simples no ato de abertura da empresa pode ser feita durante todo o ano. Já a mudança de regime só pode ser realizada em janeiro de cada ano. Para 2018, a novidade é a mudança no teto de faturamento anual para aderir ao Simples que passou de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões ao ano.

 

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