Advogado de Prisco critica "morosidade" do STF

A "demora" do STF para julgar o habeas corpus do vereador Marco Prisco foi criticada pelo advogado do tucano que está preso na Papuda; pedido foi impetrado por Fábio Brito no mesmo dia em que Prisco foi preso, na Sexta-Feira Santa e foi entregue à ministra Cármen Lúcia, que trabalhava em regime de plantão; pedido de habeas corpus agora se encontra com o ministro relator Ricardo Lewandowski e ainda não há previsão de julgamento; "O Habeas Corpus é um pedido de extrema urgência e não conseguimos entender porque não foi votado no plantão. Afinal, plantão serve para isso", reclama o advogado do tucano

A "demora" do STF para julgar o habeas corpus do vereador Marco Prisco foi criticada pelo advogado do tucano que está preso na Papuda; pedido foi impetrado por Fábio Brito no mesmo dia em que Prisco foi preso, na Sexta-Feira Santa e foi entregue à ministra Cármen Lúcia, que trabalhava em regime de plantão; pedido de habeas corpus agora se encontra com o ministro relator Ricardo Lewandowski e ainda não há previsão de julgamento; "O Habeas Corpus é um pedido de extrema urgência e não conseguimos entender porque não foi votado no plantão. Afinal, plantão serve para isso", reclama o advogado do tucano
A "demora" do STF para julgar o habeas corpus do vereador Marco Prisco foi criticada pelo advogado do tucano que está preso na Papuda; pedido foi impetrado por Fábio Brito no mesmo dia em que Prisco foi preso, na Sexta-Feira Santa e foi entregue à ministra Cármen Lúcia, que trabalhava em regime de plantão; pedido de habeas corpus agora se encontra com o ministro relator Ricardo Lewandowski e ainda não há previsão de julgamento; "O Habeas Corpus é um pedido de extrema urgência e não conseguimos entender porque não foi votado no plantão. Afinal, plantão serve para isso", reclama o advogado do tucano (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - A "demora" do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar o habeas corpus do vereador Marco Prisco (PSDB) foi criticada pelo advogado do tucano que está preso na Papuda, em Brasília, por ter liderado as greves da Polícia Militar da Bahia em 2012 e em 2014, deflagrada na semana passada (durou menos de 48 horas).

O pedido de habeas corpus foi impetrado por Fábio Brito no mesmo dia em que Prisco foi preso, na Sexta-Feira Santa (18). Documento foi entregue à ministra Cármen Lúcia, que trabalhava em regime de plantão na corte suprema. Como não houve decisão, pedido agora se encontra com o ministro relator Ricardo Lewandowski e ainda não há previsão de julgamento. Prisco cumpre prisão preventiva de 90 dias.

Segundo a assessoria do STF, Lewandowski "tem uma série de processos em seu gabinete" e não tem prazo para definir ou não a soltura de Prisco.

O advogado Fábio Brito, que também é diretor jurídico da Associação de Policiais e Bombeiros e seus Familiares (Aspra), bate duro na corte.

"O Habeas Corpus é um pedido de extrema urgência e não conseguimos entender porque não foi votado no plantão. Afinal, plantão serve para isso", disse o jurista em entrevista ao site Bahia Notícias.

Ele reforçou que, apesar de ter sido transferido para uma cela individual, o tucano ainda corre riscos já que o banho de sol é coletivo, com presos de "alta periculosidade".

"Lá não tem nenhum ladrão de galinhas", reclamou. O advogado disse ainda não entender porque a Corte não se pronunciou. "Se o STF é o órgão máximo, a referência, e apresenta essa morosidade, imagina como não está o resto do país", alfinetou.

Marco Prisco foi acusado pela Justiça Federal de "crime grave contra a segurança nacional".

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