Advogado é agredido por agente penitenciário

O advogado Diego Mousinho, filho do promotor Marcos Mousinho, denunciou que foi vítima de agressão e de uma tentativa de homicídio praticada por um agente penitenciário dentro do presídio Cyridião Durval e Silva, no começo da tarde desta sexta-feira (13). Pelas informações de Diego, houve uma discussão entre os dois depois que o servidor teria impedido o defensor de ver dois clientes.

O advogado Diego Mousinho, filho do promotor Marcos Mousinho, denunciou que foi vítima de agressão e de uma tentativa de homicídio praticada por um agente penitenciário dentro do presídio Cyridião Durval e Silva, no começo da tarde desta sexta-feira (13). Pelas informações de Diego, houve uma discussão entre os dois depois que o servidor teria impedido o defensor de ver dois clientes.
O advogado Diego Mousinho, filho do promotor Marcos Mousinho, denunciou que foi vítima de agressão e de uma tentativa de homicídio praticada por um agente penitenciário dentro do presídio Cyridião Durval e Silva, no começo da tarde desta sexta-feira (13). Pelas informações de Diego, houve uma discussão entre os dois depois que o servidor teria impedido o defensor de ver dois clientes. (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - O advogado Diego Mousinho, filho do promotor Marcos Mousinho, denunciou que foi vítima de agressão e de uma tentativa de homicídio praticada por um agente penitenciário dentro do presídio Cyridião Durval e Silva, no começo da tarde desta sexta-feira (13). Pelas informações de Diego, houve uma discussão entre os dois depois que o servidor teria impedido o defensor de ver dois clientes. O superintendente do sistema prisional, tenente-coronel Carlos Luna, disse que uma sindicância vai apurar a conduta do agente. Os envolvidos foram para a Central de Flagrantes.

Diego Mousinho relatou que esteve naquela unidade prisional com a intenção de falar com dois reeducandos que são seus clientes, mas que esbarrou na negativa dada pelo servidor.

“Ele me disse que os agentes estavam em greve e que somente permitiria o acesso a um dos clientes. Falei com a direção, que me explicou que o problema seria baixo efetivo e que me garantiria o acesso. Quando retornei, ele me abordou e disse que não iria me atender mais, pois tinha ido falar com o diretor. Eu informei que aquele era o meu direito e que iria representá-lo à direção. Foi neste momento que ele me agrediu, sacou a arma e me ameaçou”, acusou o advogado.

Ainda segundo ele, o agente seria identificado como André Marcondes e a discussão teria sido presenciada por outros advogados, servidores e registrada pelas câmeras de segurança instaladas no presídio. “Ele me disse palavras de baixo calão, eu revidei verbalmente, ele sacou a arma e ainda fui agredido com pontapés”, narrou.

“Se ele sacou a arma, queria me matar. Por isso, vim para a Central de Flagrantes para registrar que fui vítima de tentativa de homicídio”, continuou. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Alagoas (OAB/AL), Thiago Bomfim, foi até a Central dar apoio ao defensor.

O tenente-coronel Carlos Luna afirmou que soube do que aconteceu por meio de relatos repassados pela direção do presídio Cyridião Durval. Ele disse que ainda iria tomar ciência do que aconteceu de fato e, paralelamente, instauraria sindicância para apurar a postura do servidor penitenciário.

Com gazetaweb.com

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